EU SOU MINHA PRÓPRIA MULHER

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EU SOU MINHA PRÓPRIA MULHER

O consagrado texto EU SOU MINHA PRÓPRIA MULHER (I Am My Own Wife), do prestigiado dramaturgo americano DOUG WRIGHT — obra-prima laureada com o Prêmio Pulitzer e o Tony Award —, encontra no extraordinário e virtuoso ator Edwin Luisi a sua máxima potência cênica.

Imagem: Cláudio Lemos

A peça começa quando o autor Doug Wright assiste a uma palestra de Charlotte von Mahlsdorf e, encantado com ela e sua história, escreve-lhe uma carta pedindo autorização para criar uma peça sobre sua vida. Charlotte aceita e começa a lhe conceder uma série de entrevistas.

Sob uma interpretação arrebatadora e camaleônica, Luisi mergulha na fascinante e complexa trajetória real de Charlotte von Mahlsdorf, uma sobrevivente trans que atravessou impune os regimes nazista e comunista na Alemanha. Com uma versatilidade magnética e uma entrega profunda, o ator transita com maestria entre dezenas de personagens, moldando cada matiz dessa narrativa com rara elegância, humor sutil e humanidade visceral.

Trata-se de um acontecimento teatral avassalador e emocionante: o encontro perfeito entre uma dramaturgia genial e um dos maiores mestres da nossa cena, pronto para encantar, provocar e marcar a história recente do teatro brasileiro.

Imagem: Cláudio Lemos

Com a direção precisa e experiente de HERSON CAPRI, a longa cumplicidade entre dois grandes nomes da arte se transforma em pura energia no palco. Essa sintonia entrega ao público um dos monólogos mais impactantes da temporada — um espetáculo imperdível e de qualidade inquestionável em cartaz no Teatro FAAP.

Imagem: Divulgação/Maurício Barreira

Na noite de estreia, a plateia destacou-se pela presença maciça da classe artística — reunindo atores, diretores, produtores e criativos —, além de antigos colegas de turma de Edwin Luisi da Escola de Arte Dramática (EAD/USP). Foi um encontro raro e emocionante, marcado pelo profundo respeito de pares e espectadores célebres que celebraram a maturidade cênica e a trajetória notória do ator na história do teatro brasileiro.

Imagem: Cláudio Lemos

O espetáculo firma-se como um marco indispensável para a comunidade LGBTQIAPN+, oferecendo uma obra de altíssima relevância artística imbuída de orgulho e representatividade. Ao abordar temáticas profundas sobre identidade, resistência e memória, a montagem engrandece a cena teatral e reafirma o poder do palco como espaço legítimo de afirmação e humanidade,

Vamos lotar o teatro e prestigiar esse artista grandiosíssimo!

FICHA TÉCNICA 

Texto: Doug Wright.

Direção: Herson Capri.

Atuação: Edwin Luisi.

Assistente de Direção: Cláudio Andrade.

Cenário e Figurino: Marcelo Marques.

Iluminação: Aurélio de Simoni.

Trilha Sonora: Paulo Arruzzo.

Assessoria de Imprensa: Arteplural. M Fernanda Teixeira e Maurício Barreira.

Fotos: Lívio Campos.

Programação Visual: Júlia Barros.

Produção: Edwin Luisi Produções Artísticas.

Produtor: Cláudio Andrade. 

Produção – SP: Gerardo Franco.

 

SERVIÇO:  TEATRO FAAP – Rua Alagoas, 903, Higienópolis – De 11 de setembro a 29 de novembro de 2026. Sessões - Sextas e Sábados às 20h. Domingos às 17h. Duração: 70 minutos. Gênero: Monólogo teatral, drama biográfico.  Classificação: 14 anos. Ingresso - R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia). 

O Arte do Entretenimento fez registros de algumas pessoas relevantes ao cenário teatral que foram abraçar o artista na estreia: 

Raro momento entre os amigos da época da EAD - Da esquerda para a direita: Thereza Freitas, José Carlos de Andrade, Walter Steiner, Liza Vieira, Edwin Luisi, Lucia Sene, Selma Egrei e Shila Modenese. 

 

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