quarta-feira, 4 de março de 2026

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO

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SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO 

Depois do estrondoso sucesso de Cão Vadio, a premiada COMPANHIA AVE LOLA, de Curitiba, conhecida do público teatral pelos majestosos trabalhos desenvolvidos na dramaturgia, nos presenteia com o espetáculo SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO, comédia do dramaturgo inglês WILLIAM SHAKESPEARE, com dosagens de melodrama, em curta temporada no SESC SANTO AMARO, se fazendo necessário conferir a montagem fascinante na qual a ludicidade, fruição e estesia caminham juntas promovendo riso, emoção, enfim, o melhor do entretenimento teatral.

Imagem: Caique Cunha

No elenco, os extraordinários atores: CESAR MATHEUS, HELENA DE JORGE PORTELA, HELENA TEZZA, KAUÊ PERSONA, LARISSA DE LIMA, MARCELO RODRIGUES, PEDRO RAMIRES, WENRY BUENO E WILLA THOMAS, com excelente interpretação, composição de personagem construída artesanalmente, preparo artístico de primeiríssima, graciosamente conquista o público com carisma natural e verdadeiro magnetismo, sendo convidativo deixar-se levar pelos personagens e ver a beleza do “teatro dentro do teatro.”

Imagem: Caique Cunha

A  equipe de criativos somam de maneira irretocável: figurinos, linda iluminação com toda funcionalidade e a trilha sonora, com música ao vivo, executada pelos talentosos ARTHUR JAIME e BRENO MONTE SERRAT, contagiante, que no bom sentido rouba a cena somando ao espetáculo como coadjuvante, executada inclusive pelos atores, se fazendo presente todos os seres da floresta, cabendo vislumbrar todo o preparo que a trupe tem para elucidar o teatro com tanta desenvoltura e qualidade artística.

Imagem: Caique Cunha

A direção da experiente e multifacetada mulher de teatro ANA ROSA GENARI TEZZA, é primorosa. Todos os recortes de cena devidamente preenchidos, ritmo adequado, sem perder a magia, o lirismo, a poesia e a força da imaginação shakespeareana, deixando a irracionalidade do amor, o sonho se contrapondo com a realidade se transformarem em verdadeiro fascínio.

Ave Lola tem sua história fincada no teatro brasileiro, com notoriedade também fora do país, conquistando os ares internacionais, apresentando inquestionável desenvoltura em todas as especificidades, conquistando todos os públicos com seu fascínio na entrega e no jogo dos atores, que com muita desenvoltura e cumplicidade imprimem humor e beleza, arrebatando a todos.

Imagem: Caique Cunha

A história acompanha o entrelaçamento de tramas amorosas e disputas no limite entre sonho e realidade. Quatro jovens de Atenas se perdem na floresta enquanto tentam decidir seus destinos amorosos, ao mesmo tempo em que o reino das fadas vive suas próprias tensões, guiadas pela disputa entre Oberon e Titânia, e pela travessura de Puck, que embaralha desejos e identidades.

Imagem: Caique Cunha 

Vale a pena prestigiar!

 

FICHA TÉCNICA: 

Companhia: Trupe Ave Lola 

Autor: William Shakespeare 

Tradução: Bárbara Heliodora 

Direção: Ana Rosa Genari Tezza 

Assistente de direção: Giovana de Liz 

Direção musical e execução de música ao vivo: Arthur Jaime, Breno Monte Serrat 

Arranjos vocais: Julia Klüber 

Composição da canção “Lullaby”: Arthur Jaime, Breno Monte Serrat, Julia Klüber 

Composição da Canção “The Blue Boys Tale”: Cesar Matheus, Kauê Persona 

Coreografia e preparação corporal: Ane Adade 

Preparação vocal: Julia Klüber 

Iluminação: Beto Bruel, Rodrigo Ziolkowski 

Cenografia: Daniel Pinha  

Figurino: Ana Rosa Genari Tezza, Helena Tezza 

Visagismo e adereços: Maria Adélia 

Orientação de figurino: Eduardo Giacomini 

Costura: Água Viva Decorações, Ari Lima, Marino Ferrera, Sandra Francisca Canonico 

Camareira: Alyssa Riccieri 

Montagem e operação de luz: Alexandre Leonardo Luft 

Direção de palco: Marcelo Rodrigues 

Assistentes de cenografia: Stella Pugliesi, Rita Sobrinho 

Cenotécnicos: Anderson Quinsler, Paulo Batistela (Nietzsche), Vilson Kurz, Sérgio Richter 

Assistente de cenotecnia: Anderson Bagio 

Coordenação de projetos: Dara van Doorn, Laura Tezza 

Direção executiva: Entre Mundos Produções Artísticas 

Direção de produção: Dara van Doorn, Elza Forte da Silva Carneiro, Laura Tezza 

Produção: Flavia Longo 

Assistente de produção: Carlos Becker 

Assistente financeiro: Alyssa Riccieri 

Comunicação Ave Lola: Larissa de Lima, Agência Momo 

Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli 

Assistência de comunicação: Cesar Matheus 

Prestação de contas: Laura Tezza, Matheus Munhoz 

Ilustrações e projeto gráfico: Raro de Oliveira 

Registro audiovisual: Guilherme Danelhuk (Gnomos Filmes) 

Registro fotográfico: André Tezza, Caíque Cunha, Maringas Maciel 

Ave Lola São Paulo: Ricardo Grasson, Heitor Garcia 

Residente internacional: Renata Lorca 

Encontros que integraram o processo de criação do espetáculo: Oficina “Desconstrução da Palavra como Criação de Repertório Vocal e Corporal” com Luis Melo e “Conversas” com Chico Carvalho. 

Imagem: Arte do Entretenimento

SERVIÇO:   SESC SANTO AMARO   - Rua Amador Bueno, 505, Santo Amaro, São Paulo (SP)   Duração: 120 minutos. Classificação: 12 anos. De 27 de fevereiro a 5 de abril. Sextas e sábados, às 19h30, e aos domingos, às 18h.  INGRESSOS:  R$ 50 (inteira), R$ 25,00 (meia), R$ 15,00 (credencial plena). Venda disponível online pelo aplicativo Credencial Sesc SP ou pelo site Link, a partir de 17/02, ou nas bilheterias das unidades, a partir de 18/02. Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 21h30 | Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30.  

Sessões com Libras: 13/3 (19h30), 21/3 (19h30), 29/3 (18h). 

Sessões com Audiodescrição: 13/03 (19h30), 20/03 (15h) e 27/03 (10h). 

  Assessoria de imprensa Sesc Santo Amaro   

imprensa.santoamaro@sescsp.org.br   

Marcelo Baradel - 11 5541-4036  

Informações para imprensa do espetáculo 

Adriana Balsanelli: 11 99245 4138 

imprensa@adrianabalsanelli.com.br 



quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

REI LEAR

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REI LEAR

A aclamada montagem da CIA. EXTEMPORÂNEA, contemplada pelo edital de Fomento ao Teatro da Secretaria Municipal de São Paulo, com projeto que celebra os 10 anos de existência do grupo, tem elenco formado por drag queens conhecidas do público frequentador de baladas específicas, ANTONIA PETHIT, DACOTA MONTEIRO, GINGER MOON, LILITH PREXEVA, MALDITA HAMMER, MERCEDEZ VULCÃO, THELORES, XANIQUA LAQUISHA, somando a também drag e ator premiado ALEXIA TWISTER, cujo talento é merecidamente notório, vem para fazer uma desconstrução dos moldes aristotélicos, transferindo o texto do gênero trágico em comédia rasgada, objetivando especialmente o divertimento, entretenimento, extrapolando toda e qualquer convenção e se Shakespeare aprovaria ou não, eis a questão, já que o público ávido por novidades faz questão de prestigiar, indicar e aplaudir com  muita razão.

Crédito: Matheus José Maria

O espetáculo apresentando toda a essência da tragédia REI LEAR, do dramaturgo inglês WILLIAM SHAKESPEARE, tem direção de INES BUSHATSKY, texto livremente adaptado de JOÃO MOSTAZO, vem de temporada de sucesso de crítica e de público, tendo passado pelo palco do teatro Anchieta, Alfredo Mesquita e Arthur Azevedo, dentre outros estados brasileiros, incluindo importantes festivais, com casa lotada, apresentado de maneira jamais vista e o riso vem exatamente da obviedade do linguajar, da narrativa que jamais seria aprovada pelo conservadorismo e enfim, tem-se um olhar contemporâneo na parte criativa com o fascínio inquestionável vindo justamente da novidade apresentada.

Crédito: Matheus José Maria

Na narrativa, Lear, rei da Bretanha, decide dividir o reino entre as suas três filhas, Cordelia, Regan e Goneril. Porém, Cordelia se recusa a participar do ritual de passagem da coroa, e o rei, furioso, a condena ao exílio. O exílio de Cordelia põe em marcha a completa desagregação do reino. Sem coroa, traído pelas filhas e vendo seu reino à beira da guerra, Lear afunda em uma espiral de loucura.

Crédito: Matheus José Maria

A trupe entrega perfeitamente sua proposta dando conta do recado com exímia eficácia artística e sem atropelos, consegue provocar no público risadas desenfreadas,  a reflexão se mostra presente e todas as pessoas envolvidas têm excelente desenvoltura, com encantamento artístico incrível, valendo a pena prestigiar.

FICHA TÉCNICA

Direção: Ines Bushatsky
Texto adaptado e assistência de direção: João Mostazo
Cenário: Fernando Passetti
Luz: Aline Santini
Figurino: Salomé Abdala
Visagismo: Malonna e Polly
Trilha sonora e operação de som: Gabriel Edé
Preparação vocal: Felipe Venâncio
Operação de luz: Cauê Gouveia, Vinicius Hideki
Contrarregragem: Felipe Venâncio, Matias Ivan Arce, Diego França
Costureiras: Caio Katchborian, Nana Simões, Salomé Abdala
Sapatos: Porto Free Calçados
Bordados: Alesha Bruke, Salomé Abdala
Arte gráfica: Lidia Ganhito
Assistente de Produção: Iolanda Sinatra
Direção de Produção: Tetembua Dandara 
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio 

Crédito: Matheus José Maria

Vale a pena prestigiar!

 

FICHA TÉCNICA

Direção: Ines Bushatsky
Texto adaptado e assistência de direção: João Mostazo
Cenário: Fernando Passetti
Luz: Aline Santini
Figurino: Salomé Abdala
Visagismo: Malonna e Polly
Trilha sonora e operação de som: Gabriel Edé
Preparação vocal: Felipe Venâncio
Operação de luz: Cauê Gouveia, Vinicius Hideki
Contrarregragem: Felipe Venâncio, Matias Ivan Arce, Diego França
Costureiras: Caio Katchborian, Nana Simões, Salomé Abdala
Sapatos: Porto Free Calçados
Bordados: Alesha Bruke, Salomé Abdala
Arte gráfica: Lidia Ganhito
Assistente de Produção: Iolanda Sinatra
Direção de Produção: Tetembua Dandara 
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio 

Imagem: Arte do Entretenimento

SERVIÇO: TEATRO SÉRGIO CARDOSO – R. Rui Barbosa, 153 - Bela Vista, São Paulo. Dias  24, 25 de fevereiro e 03 e 04 de março, às 20h. Ingressos: Plateia: R$40,00 (inteira), R$20,00 (meia-entrada) | Balcão: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia-entrada) - Classificação: 14 anos. Duração: 120 minutos - Capacidade: 827 lugares

Assessoria de Imprensa do Teatro Sérgio Cardoso – Pevi 56
Angelina Colicchio | (11) 99299-2877 | angelina@pevi56.com
Diogo Locci | (11) 99906-0642 |diogo@pevi56.com 

Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo

Assessoria de Imprensa (11) 3339-8062 / (11) 3339-8585

(11) 99370-2761 - Plantão

imprensaculturasp@sp.gov.br 



Angelina Colicchio Bosisio

angelina@pevi56.com
(11) 99299-2877



segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

CÁRCERE OU PORQUE AS MULHERES VIRAM BÚFALOS

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CÁRCERE OU PORQUE AS MULHERES VIRAM BÚFALOS

“A dor é minha só, não é de mais ninguém”! Só a mãe sabe a dor  que é vê um filho preso injustamente e não adiante vir com essa de empatia, querendo se comover com uma das experiências mais dilacerantes que o coração humano pode suportar. Em busca de proteção, da impotência que assola, que a deixa de mãos atadas, ela não se esquiva e sempre ganha forças para  que a esperança seja seu principal alimento. Nesse ínterim, o sistema carcerário envolto da ancestralidade serve como ideia central na narrativa irretocável da multifacetada dramaturga premiada DIONE CARLOS, que com investigação, pesquisa, sabedoria e empoderamento, imprimi talento e qualidade inquestionável em sua escrita, apresentando bons conflitos, diálogos fluentes que se transformam em boas ações dramáticas, sendo um exercício fantástico para que os atores criem seus personagens e se entreguem com todo esplendor, encantando a todos os espectadores, pois esses não se contentam em prestigiar uma só vez, retornando e trazendo consigo outros amantes do bom teatro.

Imagem: Arte do Entretenimento

Prestigiar o premiado espetáculo da brilhante companhia TEATRO HELIÓPOLIS que volta em cartaz em curta temporada na CASA DE TEATRO MARIA JOSÉ DE CARVALHO no bairro Ipiranga, é um compromisso particular. Vale cada segundo se enveredar  nas histórias de vida de cada personagem, das dores, anseios e angústias da mãe que não abandona o seu filho jamais, estabelecendo laços de afetividade e muita conexão com o público, ressaltando carisma e por fim, criando uma ponte emocional com o espectador.

 
Imagem: Rick Barneschi, Tiggaz

No elenco ANTÔNIO VALDEVINO, DALMA RÉGIA, DAVI GUIMARÃES, ISABELLE ROCHA, JEFFERSON MATIAS, JUCIMARA CANTEIRO, PRISCILA MODESTO, VITOR PIRES E WALMIR BESS, artistas que chamam atenção pela entrega plausível, pelo preparo físico, corporal e a interpretação eloquentemente a flor da pele, transcende de encanto, dispensando tecer comentários particulares, pois todos tem o seu momento protagonismo, somando nas intervenções coletivas qualidade inquestionável.

Não à toa, recebeu merecidamente em 1922, o Prêmio APCA (Dramaturgia; indicado também em Direção), Prêmio SHELL de Teatro (Dramaturgia e Música; indicado em Direção) e VI Prêmio Leda Maria Martins (Ancestralidade), além de ter sido relacionado entre os Melhores Espetáculos do Ano pela Folha de São Paulo e batalhar pelo ingresso gratuito vai fazer muito bem ter um pouco de reflexão, empatia e ter um olhar para o ser humano e para as intempéries que recai sobre a humanidade.

 “A montagem aborda a forte presença feminina no contexto do cárcere. O enredo parte da história das irmãs Maria dos Prazeres e Maria das Dores, cujas vidas são marcadas pelo encarceramento dos homens da família: primeiro, o pai; depois, o companheiro de uma; agora, o filho da outra. Dentro do presídio, o jovem Gabriel - que sonha em ser desenhista - aprende estratégias de sobrevivência para lidar com as disputas internas de poder e a falta de perspectivas inerentes ao sistema carcerário. Naquele microcosmo a violência dita as regras e não poupa os considerados fracos ou rebeldes. Fora dali, em suas comunidades, as mulheres - mães, esposas, filhas, afilhadas - buscam alternativas para tentar romper os ciclos de opressão que as aprisionam em existências sem futuro.”

A carga dramática é amenizada com a inserção da dramaturgia da dança, que se mostra necessária para dar leveza a contundente narrativa e um respiro para o espectador que inevitavelmente tem seu momento de fraqueza ao ser imbuído de emoção a cada cena. 

Imagem: Rick Barneschi, Tiggaz

O espetáculo também mostra que os saberes ancestrais resistiram à barbárie e atravessaram os séculos nos corpos, nas vozes e nas crenças das/dos africanas/nos que, escravizados/as, fizeram a travessia do Atlântico. Iansã, Rainha Oyá, a deusa guerreira dos ventos, das tempestades e do fogo não abandonou o seu povo. Ela permanece iluminando caminhos e inspirando fabulações para que seus filhos e filhas experimentem, por fim, a liberdade. 

Vale a pena conferir! 

FICHA TÉCNICA  

Encenação: Miguel Rocha. 

Assistência de direção: Davi Guimarães. 

Texto: Dione Carlos. 

Direção musical: Renato Navarro. 

Assistência de direção musical: César Martini. 

Musicistas: Alisson Amador (percussão), Amanda Abá (violoncelo), Denise Oliveira (violino) e Victoria Liz (viola). 

Cenografia: Eliseu Weide. Iluminação: Miguel Rocha e Toninho Rodrigues. 

Figurino: Samara Costa. 

Assistência de figurino: Clara Njambela. 

Costureira: Yaisa Bispo. 

Operação de som: Lucas Bressanin. 

Operação de luz: Alex Duarte.  

Cenotecnia: Wanderley Silva. 

Provocação vocal, arranjos e composição da música do ‘manifesto das mulheres’: Bel Borges. 

Provocação vocal, orientação em atuação-musicalidade e arranjos - percussão ‘chamado de Iansã’: Luciano Mendes de Jesus. 

Estudo da prática corporal e direção de movimento: Érika Moura. 

Provocação cênica: Bernadeth Alves, Carminda Mendes André e Maria Fernanda Vomero. 

Comentadores: Bruno Paes Manso e Salloma Salomão. 

Mesas de debates: Juliana Borges, Preta Ferreira, Roberto da Silva e Salloma Salomão, com mediação de Maria Fernanda Vomero. 

Orientação de dança afro: Janete Santiago. 

Direção de produção: Dalma Régia. 

Produção executiva: Alex Mendes. 

Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. 

Design gráfico: Rick Barneschi. 

Fotos: Rick Barneschi, Tiggaz e Weslei Barba. 

Idealização e produção: Companhia de Teatro Heliópolis. 

Estreia oficial: 12/03/2022.

Imagem: Arte do Entretenimento 

SERVIÇO: CASA DE TEATRO MARIAJOSÉ DE CARVALHO - Rua Silva Bueno, 1.533 - Ipiranga. São Paulo/SP. Tel.: (11) 2060-0318 (WhatsApp). De 19 de fevereiro a 01 de março 2026 - Horários: quinta, sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 18h. Ingressos: Gratuitos - Bilheteria:1h antes das sessões. Duração: 120 min. Classificação: 12 anos. Gênero: Experimental. Reservas antecipadaswww.sympla.com.br  

Transporte público: Metrô e Terminal de ônibus Sacomã.

Instagram: @ciadeteatroheliopolis | Facebook: @companhiadeteatro.heliopolis 



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

ÓPERA DO MALANDRO

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 ÓPERA DO MALANDRO

Realmente desperta desejo e curiosidade prestigiar cada montagem desse musical encantador, tão bem escrito que até em uma leitura o delete é inevitável. O clássico escrito por CHICO BUARQUE (1978), inspirado na obra  OS TRÊS VINTÉNS de dramaturgo alemão BERTOLT BRECHT, com montagem inédita no TEATRO RENAULT, é dirigido pelo talentoso JORGE FARJALLA, que também assina a adaptação e encenação, resulta em qualidade imensurável.

Imagem: Priscila Prade

O espetáculo traz a magia, a ancestralidade e o sincretismo popular da umbanda, na qual as africanidades agradecem, simplesmente irretocável, enfim, é perceptível em sua concepção o impacto  inquestionável, visto que há plena funcionalidade em todos os segmentos: do fascínio do elenco estrelar, da equipe de criativos esplendorosa, ressaltando a beleza dos figurinos, se fazendo necessário ser apreciado sem arrependimento.

Max Overseas Navalha é um contrabandista bem-sucedido que se casa às escondidas com Teresinha, filha de Duran e Vitória Régia, proprietários de uma rede de bordéis e aspirantes à alta sociedade. Indignados com o casamento, eles arquitetam um golpe contra o malandro. Em comum, Max e Duran dividem a proteção do delegado Chaves, peça-chave de um sistema de corrupção que sustenta os negócios ilegais de todos. A partir daí, instala-se uma engrenagem de traições, chantagens e interesses cruzados. Em meio a uma celebração da brasilidade, da cultura popular e do folclore, o musical reafirma a atualidade de um texto que se tornou marco do teatro musical brasileiro.

A direção musical de GUI LEAL tem seu brilhantismo, a dramaturgia e a dramaticidade das canções revela pura estesia e fruição, a caracterização é esplêndida, as coreografias (LEILANE TELES) apresentando verdadeira preciosidade tem seu brilho particular, nesse ínterim, as relações de poder, corrupção, o toma lá dá cá, a luta de classe, se estabelecem com diálogos fluentes, sem “barriga” desprovidos da contemporaneidade política, totalmente apartidário, imprimindo ritmo plausível, agradando potencialmente a plateia, na qual os fortes aplausos reverberam em cena aberta, sobressaindo qualidade inquestionável.

Imagem: Priscila Prade

O elenco de protagonistas é formado por astros e estrelas do teatro e da televisão: JOSÉ LORETO (Max), CAROL COSTA (Teresinha), TOTIA MEIRELES (Vitória Régia), ERNANI MORAES (Duran), AMAURY LORENZO (Tigrão/Chaves) e VALÉRIA BARCELLOS (Geni), que brilham incrivelmente com entrega plausível, sem necessidade de tecer comentários particulares, somando ao desempenho dos atores e atrizes cantantes e dançantes:  ANDREZZA MASSEI, ANA LUIZA FERREIRA, ISAAC BELFORT, MARYA BRAVO, MATEUS RIBEIRO, PATRICK AMSTALDEN, LARISSA GRAJAUSKAS, PAULO VIEL, MARINA MATHEY, RAFAEL MACHADO, CAROL BOTELHO, GIU MALLEN, PRETA FERREIRA, DAI RIBEIRO e DION SEABRA, que muito contribuem com a efervescência do musical, deixando meramente espetacular.

Observação importante

Prestigiei quando graciosamente o ator PATRICK AMSTALDEN, teve a honra de presentear o público sendo cover do personagem Max, com extrema desenvoltura, boa composição, entrega e interpretação majestosa, apresentou o gingado do malando de forma visceral e a grandiosidade do seu trabalho está aqui registrada.

A parceria entre a PALCO 7 PRODUÇÕES, de MARCO GRIESI e da SOLO ENTRETENIMENTO, de DANIELLA GRIESI, continua fluindo prazerosamente e que perdure sempre para que juntos promovam o melhor para o teatro brasileiro e o ARTE DO ENTRETENIMENTO  estará presente registrando o melhor do teatro.

Vale a pena prestigiar!

FICHA TÉCNICA

Texto – Chico Buarque, Rita Murtinho, Marieta Severo, Luiz Antônio Martinez Correa, Maurício Sette e Carlos Gregório
Músicas – Chico Buarque
Direção Geral, Encenação e Adaptação – 
Jorge Farjalla
Direção Musical –
Gui Leal
Arranjos Originais – Gui Leal, Daniel Alfaro e Roniel de Souza
Direção Coreográfica – Leilane Teles
Cenografia – 
Chris Aizner
Aderecista e Produção de Objetos – Clau Carmo
Figurinos – 
Jorge Farjalla e Ùga Agú
Visagismo – 
Simone Momo
Designer de Luz – Gabriele Souza
Designer de Som – Randal Juliano
Direção de Arte – 
Kelson Spalato
Fotografia – 
Priscila Prade
Assistente de Direção e Direção Residente – Dani Calicchio

MÚSICOS

Maestro e Arranjos Originais – Gui Leal
Piano 1, 2o Regente e Arranjos Originais – Roniel de Souza
Piano 2 – Camila Brioli
Percussão e Arranjos Originais – Daniel Alfaro
Bateria – Vinícius Teixeira
Baixo, Violão e Cavaco – Marcelo Brandão
Violão, Guitarra e Banjo Brasileiro – Rogério Sales
Bandolim, Violino e Banjo Tenor – Thiago Brisolla
Reed 1 (Clarinete, Sax Alto e Flauta) – Flávio Rubens
Reed 2 (Clarone, Clarinete e Flauta) – Claudia Montin

Imagem: Arte do Entretenimento

SERVIÇO: TEATRO RENAULT - Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista, São Paulo – SP. De 23 de janeiro a 15 de março de 2026. Horários: sextas às 21h, sábados às 17h e 21h, domingos às 15h e 19h. Duração: 120 minutos (sem intervalos) - Classificação etária: 14 anos - Redes oficiais: @operadomalandromusical

INGRESSOS: SETORES/VALORES

PLATEIA VIP: de R$175,00 (meia entrada) a R$350,00 (inteira)

PLATEIA PREMIUM: de R$ 150,00 (meia entrada) a R$300,00 (inteira)

PLATEIA GOLD: de R$ 120,00 (meia entrada) a R$240,00 (inteira)

PLATEIA SILVER: de R$ 110,00 (meia entrada) a R$220,00 (inteira)

CAMAROTE SUPERIOR: de R$ 130,00 (meia entrada) a R$260,00 (inteira)

BALCÃO VIP POPULAR: de R$ 25,00 (meia entrada) a R$50,00 (inteira)

BALCÃO PREMIUM POPULAR: de R$ 25,00 (meia entrada) a R$50,00 (inteira)

BALCÃO ECONOMY POPULAR: de R$ 25,00 (meia entrada) a R$50,00 (inteira)

INGRESSOS Online: www.ticketsforfun.com.br

Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência): Funcionamento – terça a domingo, das 12h às 20h (exceto feriados

 


PROJETO WISŁAWA

 

PROJETO WISŁAWA

No espetáculo vemos a vivência performática defendida por duas atrizes gigantescas. De um lado, a premiada CLARA CARVALHO que dá um brilho com sua desenvoltura corporal, seu humor ácido e sua entrega a personagem, cuja interpretação contenta o teatro potencialmente. Do outro a talentosa VERA ZIMMERMANN, em excelente composição e representação, jogando harmoniosamente em cena. As duas atrizes se mostram em parceria certeira, livres, leves e muito bem à vontade, recebendo aplausos meritórios em cena aberta. Enfim, um jogo harmonioso no qual está rendendo boa fruição e estesia.  

Imagem: João Caldas

Um tema fraturante “a morte” posto em cena com humor, tirando a morte da invisibilidade. A morte não pode silenciar, pois é preciso dar notoriedade e visibilidade a esse fato e se esquivar dele é fugir da realidade, do ciclo vital, visto que morremos a cada dia como ressalta a poeta polonesa mais traduzida no exterior WISLAWA SZYMBORSKA,  também crítica literária e tradutora.

Seu legado na poesia vem à tona no palco do  TEATRO PAULO EIRÓ, para nosso delete. Com texto escrito e  dirigido pelo excelente e multifacetado CESAR RIBEIRO. 

O espetáculo performático inspirado em HQ (Histórias em quadrinhos) criado e  dirigido brilhantemente por CESAR RIBEIRO, marca uma nova incursão do artista na investigação dos sistemas de violência, nele aborda criação e destruição sob uma perspectiva feminina e sarcástica, imprimindo ritmo certeiro, tempo agradabilíssimo, deixando os espectadores com gosto de quero mais.

Imagem: Arte do Entretenimento

Com estética inspirada em HQs e desenhos animados, "Projeto Wislawa" apresenta a história fictícia de uma mulher condenada à morte por assassinar a poeta polonesa Wislawa Szymborska. A dramaturgia, criada por Ribeiro a partir de textos de Szymborska, aborda modos diversos de criação e destruição em diálogo com experiências históricas de opressão vividas pela autora, como a invasão da Polônia durante a Segunda Guerra Mundial e a influência soviética no pós-guerra, apresentando a capacidade de coisas vivas matarem outras coisas vivas – não apenas pessoas, mas a poesia, a criação artística, os modos de solidariedade. 

Imagem: Arte do Entretenimento

Vale a pena prestigiar!

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia, direção e trilha sonora: Cesar Ribeiro
Textos: Wislawa Szymborska
Atuação: Clara Carvalho e Vera Zimmermann
Cenografia: J. C. Serroni
Figurinos: Telumi Hellen
Iluminação: Rodrigo Palmieri
Visagismo: Louise Helène
Direção de produção: Marisa Medeiros
Coordenação de produção: Edinho Rodrigues
Assessoria de imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques e Daniele Valério

Imagem: Arte do Entretenimento

SERVIÇO: TEATRO PAULO EIRÓ - Av. Adolfo Pinheiro, 765 - Santo Amaro, SP – De 6 de fevereiro a 1º de março de 2026. Às Quintas, Sextas e Sábados às 20h; Domingo às 19h (sessão extra 25/02). Gênero/Classificação: Tragicomédia / 12 anos Ingressos: Disponíveis na plataforma Sympla ou na bilheteria, com preço popular.R$ 20 | Sympla ou bilheteria (Ingressos presenciais 1h antes do início do espetáculo na bilheteria)

(20% da lotação diária será gratuita, para ONGs, rede pública de ensino e quem entrar em contato pelo e-mail grupogaragem21@gmail.com informando a data em que deseja comparecer à apresentação, o número de pessoas que irão e dados como nome e e-mails das pessoas).

 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

CORRENTEZA

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 CORRENTEZA

Um tema fraturante muito bem estruturado para elucidar as intempéries da natureza, a solidariedade e a esperança defendido com maestria pelos excelentes e experientes atores  ALINE MORENO, IRIS YAZBEK e RODRIGO VELOSO, que se entregam perfeitamente às suas personalidades promovendo muita empatia a plateia. 

Arte do Entretenimento

 Em meio a uma enchente que cobriu a cidade, três sobreviventes encontram refúgio no único lugar que resta: a copa de uma árvore. Um avô protetor, sua neta inocente e uma misteriosa estranha compartilham o pequeno espaço enquanto a correnteza sobe. Isolados do mundo, eles dividem desalentos e pequenas alegrias do viver, debatem sobre a situação do instante e confrontam a fragilidade da vida. Entre o medo da morte e a esperança do resgate, Correnteza revela a força dos laços humanos quando tudo ao redor ameaça desaparecer, mas há sempre uma esperança.

Arte do Entretenimento

Diante das experiencias notórias, preparo corporal inquestionável, a trupe adentra em uma tempestade anunciada se postando em enfrentamentos angustiantes, dando lugar ao suspense e diante dos percalços promovidos pela correnteza, o trio encontra êxito para seguir em frente buscando as soluções necessárias para que tudo ocorra em perfeita segurança.

Um texto muito bem escrito, dramaturgia com exímia carpintaria tendo parceria muita acertada entre os atores com a talentosa  CRISTIANE PAOLI QUITO, a qual brilhantemente imprimiu uma direção irretocável, com muito ritmo, boas rupturas com a quarta parede, mostrando que o teatro pode ser feito sem segredos. Enfim, é o teatro nas mãos certas.

Os conflitos surgem e estão presentes a todos os momentos desencadeando ações adequadas e sem atropelos, pensada para deixar os espectadores pequeninos apreensivos, envolta de expectativas e assim, recai intrinsecamente promovendo reflexão, fazendo estes primeiros espectadores a terem um olhar para essas casualidades.

Arte do Entretenimento

O cenário mostra a colaboração do elenco e seu engajamento na entrega perfeita muito a vontade, montando em cena de maneira fascinante, fazendo parte da dramaturgia e o entrosamento dos artistas em cena mostra a união, a cooperatividade, um por todos e todos por um, revelando um teatro sem segredo, estritamente teatral, acontecendo com ver brilhantismo.

Vale a pena prestigiar!

FICHA TÉCNICA

Intérpretes criadores: Aline Moreno; Iris Yazbek; Rodrigo Veloso
Direção e dramaturgia cênica: Cristiane Paoli Quito
Idealização e dramaturgismo: Paulo Williams
Dramaturgia do texto: Aline Moreno, Iris Yazbek, Rodrigo Veloso
Preparação corporal: Ana Noronha
Cenografia e iluminação: Marisa Bentivegna
Trilha sonora: Thomas Huszar e Alexis Huszar
Figurinos: Cláudia Schapira
Figurinista assistente: Vinícius Précoma
Costureira: Cleuza Amaro da Silva Barbosa
Contrarregras: João Caetano / Theo Vinícius
Assistente de Produção: Luana Zanona
PRODUÇÃO GERAL: Iris Yazbek e Paulo Williams
REALIZAÇÃO: Tecelagem da Arte

SERVIÇO: SESC BOM RETIRO - R$ 12,00Credencial Plena, R$ 20,00Meia entrada, R$ 40,00Inteira – Grátis para Criança até 12 anos

Acessibilidade: espetáculo do dia 22/2 terá intérprete de Libras.  

Arte do Entretenimento

 


 

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