sexta-feira, 10 de abril de 2026

A HOMEM QUE É HOMEM NÃO CHORA

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A HOMEM QUE É HOMEM NÃO CHORA

As histórias com narrativas homossexuais que eram contadas sob o filtro do estigma ou da tragédia ganham novo olhar diante da contemporaneidade abrindo as cortinas, ocupando um papel fundamental na construção de uma nova subjetividade.

Na montagem, os atores FELIPE DAMAZZO e HOMAR RABAH, dialogam em um jogo de palavras nem um pouco delicadas sobre suas orientações sexuais e olhares em relação à vida.

Imagem: Arte do Entretenimento

Escrito a quatro mãos há décadas pelos autores ALEX GIOSTRI e SÉRGIO SAVIAN, o texto permanece atemporal. A obra é um excelente exercício cênico para dois atores mergulharem em um conflito tenso que, embora sugira seu desfecho, surpreende o público ao explorar as diversas possibilidades da narrativa. O ápice ocorre na ruptura da personagem rude, que se revela por inteiro e flerta com o lúdico dos contos de fadas. Diante da contemporaneidade, é mister que encontremos várias pessoas na situação do personagem Clóvis, faz com que o espelho reverbere silenciosamente, transformando esse silêncio em diálogo, permitindo que a experiência gay seja protagonista de seus próprios conflitos e resoluções.

Imagem: Divulgação

Trazer ao palco textos que sobrevivem ao tempo e se mantêm urgentes é realmente um ato de resistência e celebração. Quando o teatro se dedica a explorar as nuances desse afeto, ele oferece ao público mais do que entretenimento: oferece espelho.

Nesse ínterim, surge um bom exercício para dois atores, que deixa o texto eloquente chamando atenção  para a qualidade interpretativa: os atores FELIPE DAMAZZO (Ivan) e HOMAR RABAH (Clóvis), que adentram no reflexo de uma grande conquista histórica “o direito de ser que é” e, totalmente entregues a personagens de grande complexidade, imbuído de grande profundidade, envolto de traumas, amores, eles vão além de estereótipos em peça com narrativa homoafetiva, humanizando suas personagens, rompendo com a misoginia e a violência verbal, abrindo caminhos para a sensibilidade, o amor e o respeito em um jogo plausível.

Imagem: Divulgação

Este teatro não é apenas "para o público gay", mas sim um teatro que utiliza a lente da diversidade para iluminar a condição humana. Ao valorizar produções que dão voz ao amor entre iguais, estamos, finalmente, permitindo que a arte cumpra sua missão mais nobre: a de revelar o homem por inteiro.

 A montagem com produção do experiente GERARDO FRANCO, tem direção vigorosa do talentoso ROGÉRIO FABIANO, sendo muito assertiva, verdadeiramente cuidadosa, poupando os atores de serem meros produtos corporais, sobressaindo um teatro de qualidade para ser visto por todos.

“Homem que é homem não chora" é uma história ambientada no banheiro de um aeroporto. Conta a história de dois homens que, devido um apagão em um aeroporto ficam presos no banheiro por várias horas e se enfrentam em um jogo de palavras nem um pouco delicadas sobre suas orientações sexuais e olhares em relação à vida. Nesta convivência forçada descobrem nuances de suas personalidades e enfrentam os dilemas da aceitação do outro”.

Imagem: Arte do Entretenimento

 Vale a pena prestigiar!

FICHA TÉCNICA

Autor: Alex Giostri e Sérgio Savian

Direção Geral: Rogério Fabiano

Iluminação: Rogério Fabiano

Direção de Arte: Gerardo Franco e Rogério Fabiano

Trilha Sonora: Gerardo Franco 

Direção de Movimento: Murilo Inforsato

Assessoria de Imprensa: Davi Brandão

Editora: Giostri Editora

Designer e Web Marketing: João Lucas Lopes

Gestor de Tráfego: Marquinhos AT 

Direção de Produção:  Gerardo Franco

Realização: Splendore Produções e Eventos

Imagem: Arte do Entretenimento

Os atores com o diretor ROGÉRIO FABIANO ao centro, recebem os merecidos aplausos


SERVIÇO:TEATRO BIBI FERREIRA - Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 931 - Bela Vista - Estreia: 09 de abril, às 21 horas. Apresentações: 09 / 16 e 30 de abril e 07 / 14 / 21 e 28 de maio, às quintas-feiras, às 21 horas - Faixa etária: 18 anos - Gênero: Drama / Comédia - Ingressos: R$ 60,00 a R$ 120,00

Compra de ingressos:

 https://www.sampaingressos.com.br/homem+que+e+homem+nao+chora+teatro+bibi+ferreira?sppc4

os atores FELIPE DAMAZZO e HOMAR RABAH, surgem para os aguardados abraços. 

SÉRGIO SAVIAN, um dos autores, também aplaudiu os atores que deram vida ao seu texto. 

 

Imagem: Gerardo Franco

E os abraços após o espetáculo foram bemmerecidos

 

 


 


 

terça-feira, 7 de abril de 2026

UMA MÃE

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UMA MÃE

As sombras do passado ainda guardam os nomes daqueles que o silêncio tentou apagar. No entanto, o multifacetado diretor PAULO FABIANO (Cia X), com uma direção muito assertiva, traz para a luz o texto de DARIO FO em parceria com  FRANCA RAME, para nos fazer lembrar e resistir vivenciando conflitos sociais e outras intempéries intrínsecas que se faz necessária vir à tona constantemente para trazer reflexão diante da contemporaneidade.

Dando vida aos fatos, as talentosas atrizes ALDA MACHADO, CLÓRIS PARIS, CLÉO MORAES E ELIANE LIBERATO (Cantora), artistas, mulheres totalmente engajadas culturalmente e também militante diante da sociedade, entregam interpretações precisas, com grandiosa versatilidade e resiliência garantem a empatia imediata do público.

Imagem: Arte do Entretenimento

Falar sobre os ilustres cidadãos, o estudante secundarista EDSON LUIS, assassinado pela polícia militar, sobre o jornalista e professor VLADIMIR HERZOG, torturado e assassinado pela ditadura militar, dentre outros mortos não é apenas um exercício de luto, mas um ato de resistência contra o esquecimento. Eram professores, estudantes, operários e artistas que, ao verem o horizonte se fechar, emprestaram suas vozes e vidas à promessa de um amanhã livre. Suas ausências hoje são cicatrizes que nos lembram, permanentemente, do valor inegociável da democracia.

Nesse ínterim, compreender o passado é essencial para decifrar o presente. No entanto, a história oficial frequentemente priorizou as elites e regimes autoritários, dando visibilidade apenas aos detentores do poder e negligenciando as transformações sociais. Em contrapartida, a CIA TEATRO X apresenta o espetáculo 'UMA MÃE' no TEATRO ITÁLIA, propondo um resgate necessário da nossa memória ao trazer para o centro do conflito a verdade nua e crua: as dores de uma mãe que viu seu filho tornar-se refém do retrocesso político.

Imagem: Divulgação

Em UMA MÃE, uma mulher dialoga com o público após receber  a notícia de que seu filho foi acusado de terrorismo. A partir desse acontecimento, ela revisita a trajetória do jovem, da infância à juventude marcada pelo engajamento político, e relembra também sua própria experiência como militante. A peça propõe uma reflexão sobre as instituições de poder, o sistema prisional e os usos políticos da justiça, dialogando com referências como o processo italiano das “Mãos Limpas”, e suas repercussões no Brasil.

Através de uma narrativa que traz à tona a tensão entre opressor e oprimido, DARIO FO imprime em sua dramaturgia uma dialética que convida à reflexão. O autor italiano não se limita à sátira política: ele transita com a mesma excelência entre “risos e lágrimas”, conduzindo o público do riso ao pranto com profunda sensibilidade.

Imagem: Divulgação

A presença da música ao vivo, regida pelos musicistas LUCIANA PECI e RODRIGO CRISTALINO, com direção musical de IVAN  SILVA suaviza a carga dramática, envolvendo a plateia com canções harmoniosas, elevando potencialmente a uma agradável experiência teatral.

Vale a pena prestigiar o excelente trabalho da trupe!

FICHA TÉCNICA

Direção - Paulo Fabiano (Cia X).

Texto: Dario Fo e Franca Rame.

Criação de  Luz - Carlos  Gaúcho.

Direção  de  arte  (espaço  cênico  e  objetos) - Paulo  Fabiano.

Figurino - o  grupo.

Direção  musical - Ivan  Silva.

Fotografia - Alexandre Mercki.

Videomaker - Alexandre Mercki.

SERVIÇO: TEATRO ITÁLIA - Avenida Ipiranga,344 - Edifício Itália - Subsolo, São Paulo - São Paulo - Sábado às 17h00, Domingo às 16h00 - de 04 a 26 de abril – Valor do INGRESSO: R$ 35,00 (meia) e R$ 70,00 (Inteira) Duração: 55 minutos

https://bileto.sympla.com.br/event/117806?share_id=1-copiarlink



 

sábado, 4 de abril de 2026

AGROPEÇA

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AGROPEÇA 

Um grupo histórico que faz o teatro acontecer conquistando o público e sempre formando novas plateias, o TEATRO DA VERTIGEM, reafirma o seu legado e nessa trajetória histórica marcada pela reinvenção da cena contemporânea, a Trupe segue cumprindo sua vocação: transformar o espaço urbano em palco e conquistar o público com uma estética arrebatadora. Mais do que encenar peças, o grupo fomenta a renovação constante das artes cênicas e provoca diálogos profundos com a realidade brasileira.

Imagem: Lígia Jardim

“Em uma arena que ora é rodeio, ora é o centro de um sítio, personagens se enfrentam à mesa de jantar ou diante de um touro bravio, tentando decifrar um país que “rumina” e “agoniza” em busca do próprio destino. Não se sabe se o que se vê é o retrato de um Brasil cruel e conservador ou uma antiga fábula infantil que ajudou a moldar o imaginário nacional.”

Imagem: Arte do Entretenimento

Em AGROPEÇA, espetáculo amplamente premiado, Vencedor do Prêmio Shell de Direção (ANTONIO ARAÚJO) e Cenografia (ELIANA MONTEIRO E WILLIAM ZARELLA JUNIOR) , vemos essa potência plausivelmente consolidada com os atores: ANDREAS MENDES, JAMES TURPIN, MAWUSI TULANI, PAULO ARCURI, TENCA SILVA, LOLA FANUCCHI, VICTOR SALOMÃO E VINICIUS MELONI,  jogando em cena com todo vigor artístico, sem atropelos, promovendo o melhor do teatro.

Imagem: Lígia Jardim

“O grupo lança um olhar crítico sobre o universo rural e a influência do agronegócio na sociedade brasileira contemporânea, tomando o rodeio como linguagem cênica. Para isso, aciona personagens centrais do imaginário brasileiro — Emília, Narizinho, Pedrinho, Tia Nastácia, Dona Benta, Visconde de Sabugosa e o Marquês de Rabicó — criações de Monteiro Lobato, que surgem como eixo simbólico e narrativo da obra, em uma releitura livre e provocadora de O Sítio do Picapau Amarelo.”

 A obra não apenas mantém o legado do grupo, mas o expande, provando que a "vertigem" continua sendo um estado essencial para compreender o nosso tempo.


Imagem: Lígia Jardim

Com concepção e direção irretocável do talentosíssimo ANTONIO ARAÚJO, texto final do multifacetado escritor pernambucano MARCELINO FREIRE e co-direção da experiente ELIANA MONTEIRO, o espetáculo arrebata multidão, mostrando o teatro em festa, ao mesmo tempo que emociona, vem a ruptura provocando discussão e nessa dialética e dialogicidade várias reflexões emergem tirando o espectador do lugar comum.

Imagem: Arte do Entretenimento

FICHA TÉCNICA


Uma criação do TEATRO DA VERTIGEM
Texto
: Marcelino Freire
Concepção e Direção Geral: Antonio Araújo
Co-direção: Eliana Monteiro
Coordenação Tecnica e Desenho de Luz: Guilherme Bonfanti
Performers: Andreas Mendes, James Turpin, Mawusi Tulani, Paulo Arcuri, Tenca Silva, Lola Fanucchi, Victor Salomão e Vinicius Meloni
Artistas Colaboradores: Nicolas Gonzalez (1ª e 2ª Fase), Lee Taylor (1ª Fase)
Dramaturgismo: Bruna Menezes
Assistente de Dramaturgismo: João Crepschi
Conceito do Espaço: Antonio Araújo
Cenografia: Eliana Monteiro e William Zarella Junior
Sound Designer Associados: Randal Juliano, Guilherme Ramos e Kleber Marques
Figurino: Awa Guimarães
Visagismo: Tiça Camargo
Direção Musical e Trilha Original: Dan Maia
Direção vocal: Lucia Gayotto
Videografismo: Vic von Poser
Preparação corporal: Castilho e Ricardo Januário
Preparação Corporal (1ª Fase): Fabrício Licursi
Direção de movimento: Castilho
Assistente de Direção e Direção de Palco: Gabriel Jenó
Assistentes de Iluminação e Programação: Francisco Turbiani
Músicos: Dan Maia e Ricardo Saldaña
Operação de luz: Felipe Bonfante
Operador de Áudio: Fernando Sampaio
Operadoras de Projeção: Gabriel Theodoro
Operadores de Câmera: André Voulgaris
Operadores de Canhão Seguidor: Igor Beltrão e Giovanni Matarazzo
Montagem de Luz: Felipe Bonfante, Igor Beltrão, Raphael Mota, Danilo Punk, Jhones Pereira, Tarsis Braga (Cabelo) e Lucas da Silva
Contrarregras: Ayra Flores, Flávio Rodrigues e João Portela
Cenotécnico: Zé Valdir Albuquerque
Montagem, Pintura e Tratamento de Cenografia: Elástica SP Cenografia
Costureiras: Francisca Rodrigues e Cleonice Barros Correa
Aulas de Laço: Gui Sampaio
Crânios de Boi: Vinicius Fragata
Tradutor Yorubá: Mariana de Òsùmàrè
Estagiária de Direção: Julie Douet Zingano
Fotos: Lígia Jardim
Documentarista: Padu Palmerio
Designer Gráfico: Guilherme Luigi
Assessoria de Imprensa: Canal Aberto
Estagiário de Produção: Bento Carolina
Produção: Corpo Rastreado – Leo Devitto e Gabi Gonçalves

Imagem: Lígia Jardim

SERVIÇO: ESPAÇO CULTURAL ELZA SOARES (Alameda Eduardo Prado, 474, São Paulo, SP) - Ingressos: R$ 40/ R$ 20 (meia) - Via Sympla - De: 27/02 a 12/04/2026
Sextas e sábados às 20h, e domingos às 18h

Classificação: 16 anos | Duração: 90 minutos.

Eis a prova pela qual estive presente

Imagem: Geraldo Fernandes



 

 

 

terça-feira, 31 de março de 2026

ENSAIO SOBRE A MEMÓRIA

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ENSAIO SOBRE A MEMÓRIA

ENSAIO SOBRE A MEMÓRIA, tem dramaturgia e direção do talentosíssimo mestre da cena MARCELO FLECHA,  a frente da Pequena Companhia de Teatro vindo do Estado do Maranhão para mostrar sua arte para o palco paulistano e muita arte tem mostrado. Velhos caem do céu como canivetes, Pai & Filho,  Ensaio sobre a memória e nos próximos dias terá a estreia de Desassossego, que fica em cartaz de 09 a 20 de abril. Enfim, um repertório imperdível!

Imagem: Ayrton Valle

Livremente inspirado no conto A OUTRA MORTE, DE JORGE LUIS BORGES, vemos o conflito “conduzindo a investigação cênica em que versões conflitantes de uma mesma história se sobrepõem, tensionando memória, imaginação e a noção de verdade” sendo um jogo cênico fascinante defendido pelos extraordinários atores CLÁUDIO MARCONCINE (Escritor), DÊNIA CORREIA (Mulher), LAUANDE AIRES (Pedro Damián) e KATIA LOPES (Espectro), com entrega plausível, boa interpretação e desenvoltura.

Imagem: Ayrton Valle

O que resta de uma verdade quando ela é fragmentada pela memória e pelo trauma? Nossa memória diária é fragmentada e seletiva. Quase nunca sabemos descrever, com precisão, os detalhes do que vivemos ou por onde transitamos. Se a verdade é subjetiva, a realidade torna-se uma encenação constante. Propomos um mergulho no meio da história: um convite para analisar os fatos e, a partir dessa reconstrução, desenhar nossas próprias verdades. Que tal começarmos o exercício brincando de ‘telefone sem fio”?

Imagem: Ayrton Valle

Ninguém melhor do que os atores para dialogar sobre o assunto, já que estes profissionais precisam manter esse exercício diuturnamente e nesse sentido a memória precisa ser absolutamente o caminho da verdade, já que os personagens se tornam diretores de suas próprias memórias, rearranjando o cenário, mudando as luzes e reescrevendo diálogos na esperança de encontrar uma nova perspectiva.

“o espetáculo parte da investigação de um homem que, após ser torturado durante um regime militar latino-americano, teria delatado seus companheiros — e passado o resto da vida tentando reescrever esse passado.”

Imagem: Ayrton Valle

 

OCUPAÇÃO MARANHENSE

Exposição e oficina - A Ocupação conta ainda com a Pequena Mostra de Teatro, em cartaz no Foyer do CCBB São Paulo até 20 de abril, reunindo fotos, registros, figurinos e elementos cenográficos que percorrem os 20 anos de trajetória do grupo e evidenciam sua pesquisa estética e política. A programação inclui também a oficina “Artesania ilumino cenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência”, voltada a artistas e interessados em dramaturgia da luz, que propõe a criação a partir de fontes não convencionais e materiais descartados, com 30 vagas disponíveis mediante inscrição.

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha
Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha
Trilha sonora: Lauande Aires
Operador de luz: Marcelo Flecha
Operador de som: Katia Lopes
Fotos divulgação: Ayrton Valle
Produção: Katia Lopes
Realização: Pequena Companhia de Teatro

SERVIÇO - Ocupação Maranhense: 20 Anos da Pequena Companhia de Teatro

De 26 de fevereiro a 20 de abril de 2026 - Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo - R. Álvares Penteado, 112, Centro Histórico de São Paulo, SP - Telefone: (11) 4297-0600 - Retirada de ingressos: Grátis na bilheteria do CCBB SP e pelo bb.com.br/cultura

 Ensaio sobre a memória, livremente inspirado no conto A outra morte, de Jorge Luís Borges - Data: 26/03 a 06/04/2026 - Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado, domingo e feriado, às 18h - Bate-papo após sessão: 04/04 | sábado

Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 29/03 | domingo - Classificação etária: 14 anos - Duração: 60 minutos | Gênero: Drama

 Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças

Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas - necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.

Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h.

Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.

Táxi ou Aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).

Entrada acessível: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.

 

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E-mail: ccbbsp@bb.com.br

 


QUANDO ANOITECE

 

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QUANDO ANOITECE

Em cartaz no TEATRO SESC BOM RETIRO, o espetáculo reverencia a ancestralidade e valoriza a cultura negra sob a direção do talentoso FLÁVIO RODRIGUES. Em parceria com MARCOS DI FERREIRA na assistência de direção, a montagem imprime um ritmo preciso, resultando em uma obra de altíssima qualidade técnica e artística

Tico Dias e Binho Cidral

LE CONDE apresenta uma dramaturgia precisa que empodera a protagonista negra diante do racismo velado. Em uma performance brilhante, a atriz, idealizadora e roteirista Thaís Cabral reafirma seu pertencimento e eleva a autoestima da personagem com maestria. No palco, ela divide cena com os talentosos AMANDA LINHARES, CONRADO COSTA, LEONARDO GARCEZ E MARINA ESPINOZA, que entregam atuações multifacetadas — cantando, dançando e atuando com uma desenvoltura admirável. É o melhor do teatro para a infância e juventude, feito para encantar todos os públicos."

Tico Dias e Binho Cidral

Raramente encontramos uma produção que consiga equilibrar de forma tão harmoniosa o rigor técnico e a sensibilidade temática. Do desenho de luz à precisão do elenco, cada detalhe parece ter sido lapidado com propósito. Enfim, o espetáculo é um verdadeiro acerto em todas as especificidades, elevando o padrão das montagens contemporâneas e entregando ao público uma experiência completa.

Inserida no cerne da contemporaneidade, a obra aborda questões intrínsecas por meio de uma linguagem estritamente teatral e livre de pieguices. Conduzida por uma equipe criativa de excelência, a montagem destaca-se pelo rigor da pesquisa e pela delicadeza estética. Ao tratar de temas urgentes como a educação antirracista, o combate ao bullying e a valorização das diferenças, o espetáculo reafirma a necessidade de um teatro transformador. Uma experiência que une ludicidade e entretenimento cultural de alta qualidade.

Tico Dias e Binho Cidral

A história acompanha Melânia e a personagem alegórica Pedacinho do Céu em situações que estimulam o reconhecimento e a valorização da negritude, o respeito à diversidade, o enfrentamento ao racismo e à gordofobia. De forma leve e lúdica, a montagem propõe ao público infantil uma experiência que combina entretenimento e reflexão, colocando temas sociais no centro da cena

Imagem: Arte do Entretenimento

 

FICHA TÉCNICA

Idealização: Thaís Cabral. 

Direção geral: Flávio Rodrigues. 

Dramaturgia: Le Conde.  

Assistência de direção: Marcos di Ferreira. 

Direção musical e Composição autoral: Wes Salatiel. 

Direção de movimento: Val Ribeiro. 

Preparação vocal: Aloysio Letra. 

Concepção cenográfica: Flávio Rodrigues. 

Equipe de cenografia: Alício Silva, Giorgia Massetani e Danndhara Shoyama. 

Cenotécnica: Casa Malagueta. 

Figurino: Érica Ribeiro. 

Costureira: Nana Sá. 

Desenho de luz: Matheus Brant. 

Operador de luz: Filipe Batista. 

Produtor musical e arranjador musical: Kleber Martins. 

Operador de som: Tomé de Souza. 

Voz da mãe: Aysha Nascimento. 

Contrarregra: Sagat Jorge. 

Apoio: Andy Bernardes. 

Fotografia: Tico Dias e Binho Cidral

Coordenação de Produção: Izah Neiva 

Produção: Muntu Produções - Thaís Cabral. 

Designer gráfico: Bruno Marcitelli. 

Assessoria de imprensa: Renato Fernandes.

SERVIÇO -  SESC BOM RETIRO (Teatro) Alameda Nothmann, 185, Campos Elíseos - São Paulo   De 8 de março a 19 de abril (Sessão extra no feriado de 21 de abril, terça-feira, às 12h). Horário: sempre aso Domingos, às 12h. Preço: R$40 (Inteira), R$20 (Meia), e R$12 (Credencial Plena). Grátis para Crianças com até 12 anos. 

Obs.:  (Sessão extra no feriado de 21 de abril, terça-feira, às 12h).

https://www.sescsp.org.br/programacao/quando-anoitece/

 

O espetáculo também faz apresentações gratuitas nos dias 25 e 26 de abril, sábado e domingo, às 15h, no Espaço Cultural Inventivo, próximo à estação de metrô Vila Prudente. As sessões contam audiodescrição.

E a foto denuncia a presença desse que vos escreve.



 

 

PRAZER, ZEZÉ!

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PRAZER, ZEZÉ! 

A poética da permanência e do empoderamento da mulher negra que se fez ser ouvida, com sua voz ecoando no vazio do palco, conquistando o seu lugar de fala, surge para abrir  novos horizontes e servir de espelho, dando total visibilidades aos artistas pretos, mostrando a sua contrapartida social na arte, tendo seu processo e busca historicamente construído, concebido não como uma simples homenagem biográfica, mas como um manifesto estético e político sobre a vida e a obra de ZEZÉ MOTTA.


Imagem: Priscila Prade

Mais que um resgate histórico, a obra discute temas centrais da atualidade, como o combate ao racismo e ao preconceito de idade. A presença da música e da dança não apenas ilustra o brilhantismo da trajetória de Zezé, mas eleva o espetáculo a um patamar de transcendência estética, convertendo crítica social em pura emoção.

Imagem: Priscila Prade 

A ancestralidade agradece a inspiração a todos os criativos.  A idealização e dramaturgia irretocáveis do talentoso TONI BRANDÃO, que fez uma pesquisa brilhante, tendo as canções em total sintonia com a dramaturgia e parceria com a super artista da cena  DÉBORA DUBOIS, que diante de sua experiência, deixou o espetáculo com qualidade superior.

O musical que homenageia em vida a trajetória da icônica atriz ZEZÉ MOTA abordando o seu legado na música, no teatro e no cinema e na vida  chega em boa hora e de forma devidamente necessária, obviamente por mostrar a veracidade dos fatos já que tem o aval da personalidade, a qual se fez presente, e por representar o próprio testemunho de que a arte pode ser a ferramenta mais poderosa de fissura no concreto das estruturas desiguais, teve total respeito do público sendo ovacionada com sua entrada no teatro, digna de todo respeito e merecimento, promovendo pura emoção.

Imagem: Arte do Entretenimento 

A ancestralidade também agradece ao desempenho da atriz e cantora LARISSA NOEL que interpreta Zezé Motta, haja talento e desenvoltura no corpo, voz e dança, sendo uma feliz escolha e aos demais artistas fascinantes: ANASTÁCIA LIA, ARTHUR BERGES, ADRIANO TUNES, FERNANDO RUBRO, LUCIANA RAMANZINI, LUCIANA CARNIELI HIPÓLYTO, MARIA ANTÔNIA IBRAIM, MOARA SACCHI, WILLIAM SANCAR, que elevaram o espetáculo a um patamar verdadeiramente plausível.

Imagem: Priscila Prade


A montagem propõe um mergulho vertical na trajetória dessa artista que é, simultaneamente, monumento e movimento. Ser uma mulher negra no Brasil e construir uma relevância artística incontestável significa, necessariamente, operar em um campo cultural profundamente marcado por fraturas históricas. Zezé não apenas caminhou por esse terreno; ela o transformou.


Imagem: Priscila Prade

Na narrativa, o público acompanha a sua juventude em Campos dos Goytacazes, no interior do Rio de Janeiro, até a formação no Teatro Escola Tablado, enfrentando os dissabores por ser artista negra, mas por sonhar, nos contos de fadas sempre tem a ajuda mágica, surgindo MARÍLIA PERA, interpretada com todas as honras e glórias por LUCIANA CARNIELI HIPÓLYTO,  para impulsionar sua carreira e daí por diante a premiada artista ganha asas tendo impacto em  “Roda Viva”, sob direção de Zé Celso, e à projeção nacional interpretando no cinema “Xica da Silva. 

Vale a pena prestigiar! 

FICHA TÉCNICA:
Idealização e Dramaturgia:
Toni Brandão
Direção Artística: Débora Dubois
Músicos: Dan Motta, Karol Preta, Ingrid Cavalcanti, Gabi Gonzales, Ana Magalhães, Priscila Borges, Juliana Silva e Léo Brandão
Direção Musical: Claudia Elizeu
Direção de Produção: Bianca De Felippes
Direção de Arte: Billy Castilho
Figurinista: Lena Santana
Coreógrafa: Tainara Cerqueira
Iluminação: Wagner Pinto
Maestro e Assistente de Direção Musical: Dan Motta
Engenheiro de Som: João Paulo Pereira
Design e Operador de Som: Enrico Baraldi
Consultor Audiovisual / VFX: Demétrio Portugal
Videografismo: Rodrigo Dutra
Design Gráfico: René Corini
Pesquisa de imagens: Martina Steen
Operadora de Luz: Luiza Ventura
Redes Sociais: Gatu Filmes
Produção Local e Administração: Roberta Viana
Produção Executiva: Dani Angeloti
Coordenador de Comunicação: Eduardo Barata
Assessoria de Imprensa: Adriana Monteiro
Fotos de Cena: Priscila Prade
Making Off: Pietra Baraldi
Controller e Assistente de Produção: Gabriela Newlands
Assistente de Produção RJ: Calu Tornaghi
Assistente de Direção e Coreografia: Priscila Borges
Assistente de Arte / Cenógrafo: André Almeida
Contabilidade: Contar Contadores
Assessoria Jurídica: Roberto Silva
Produção de Elenco: Giselle Lima
Diretor de Cena: Tom Pires

 

Roberto Ikeda

SERVIÇOS: SESC 14 BIS – TEATRO RUL CORTEZ – R. Dr. Plínio Barreto, 285. Bela Vista. T. 3016.7700. Quinta, 15h e 20h; sexta e sábado, 20h; domingo e feriado, 18h. Ingressos: R$ 21,00Credencial Plena - R$ 35,00 Meia entrada - R$ 70,00 Inteira -12 anos. De 20/03 até 21/04. Duração: 120 minutos - Sessões com Tradução em Libras: 9 a 12/4, quinta-feira, às 15h e às 20h; sexta e sábado, às 20h; domingo às 18h. Sessões com Audiodescrição: 11/4, às 20h; 12/4, às 18h.

Sessões Extras:
Dia 1/04 quarta 20h
Dia 21/04 terça 20h

Não haverá sessão em 03 de abril

Sessões com tradução em Libras: 9 a 12/04, quinta 15h e 20h, sexta e sábado 20h, domingo 18h

Sessões com audiodescrição: 11/04, 20h; 12/04, 18h

https://www.sescsp.org.br/unidades/14-bis/

 

Eis as fotos da noite marcante:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

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A HOMEM QUE É HOMEM NÃO CHORA

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