terça-feira, 31 de março de 2026

ENSAIO SOBRE A MEMÓRIA

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ENSAIO SOBRE A MEMÓRIA

ENSAIO SOBRE A MEMÓRIA, tem dramaturgia e direção do talentosíssimo mestre da cena MARCELO FLECHA,  a frente da Pequena Companhia de Teatro vindo do Estado do Maranhão para mostrar sua arte para o palco paulistano e muita arte tem mostrado. Velhos caem do céu como canivetes, Pai & Filho,  Ensaio sobre a memória e nos próximos dias terá a estreia de Desassossego, que fica em cartaz de 09 a 20 de abril. Enfim, um repertório imperdível!

Imagem: Ayrton Valle

Livremente inspirado no conto A OUTRA MORTE, DE JORGE LUIS BORGES, vemos o conflito “conduzindo a investigação cênica em que versões conflitantes de uma mesma história se sobrepõem, tensionando memória, imaginação e a noção de verdade” sendo um jogo cênico fascinante defendido pelos extraordinários atores CLÁUDIO MARCONCINE (Escritor), DÊNIA CORREIA (Mulher), LAUANDE AIRES (Pedro Damián) e KATIA LOPES (Espectro), com entrega plausível, boa interpretação e desenvoltura.

Imagem: Ayrton Valle

O que resta de uma verdade quando ela é fragmentada pela memória e pelo trauma? Nossa memória diária é fragmentada e seletiva. Quase nunca sabemos descrever, com precisão, os detalhes do que vivemos ou por onde transitamos. Se a verdade é subjetiva, a realidade torna-se uma encenação constante. Propomos um mergulho no meio da história: um convite para analisar os fatos e, a partir dessa reconstrução, desenhar nossas próprias verdades. Que tal começarmos o exercício brincando de ‘telefone sem fio”?

Imagem: Ayrton Valle

Ninguém melhor do que os atores para dialogar sobre o assunto, já que estes profissionais precisam manter esse exercício diuturnamente e nesse sentido a memória precisa ser absolutamente o caminho da verdade, já que os personagens se tornam diretores de suas próprias memórias, rearranjando o cenário, mudando as luzes e reescrevendo diálogos na esperança de encontrar uma nova perspectiva.

“o espetáculo parte da investigação de um homem que, após ser torturado durante um regime militar latino-americano, teria delatado seus companheiros — e passado o resto da vida tentando reescrever esse passado.”

Imagem: Ayrton Valle

 

OCUPAÇÃO MARANHENSE

Exposição e oficina - A Ocupação conta ainda com a Pequena Mostra de Teatro, em cartaz no Foyer do CCBB São Paulo até 20 de abril, reunindo fotos, registros, figurinos e elementos cenográficos que percorrem os 20 anos de trajetória do grupo e evidenciam sua pesquisa estética e política. A programação inclui também a oficina “Artesania ilumino cenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência”, voltada a artistas e interessados em dramaturgia da luz, que propõe a criação a partir de fontes não convencionais e materiais descartados, com 30 vagas disponíveis mediante inscrição.

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha
Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha
Trilha sonora: Lauande Aires
Operador de luz: Marcelo Flecha
Operador de som: Katia Lopes
Fotos divulgação: Ayrton Valle
Produção: Katia Lopes
Realização: Pequena Companhia de Teatro

SERVIÇO - Ocupação Maranhense: 20 Anos da Pequena Companhia de Teatro

De 26 de fevereiro a 20 de abril de 2026 - Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo - R. Álvares Penteado, 112, Centro Histórico de São Paulo, SP - Telefone: (11) 4297-0600 - Retirada de ingressos: Grátis na bilheteria do CCBB SP e pelo bb.com.br/cultura

 Ensaio sobre a memória, livremente inspirado no conto A outra morte, de Jorge Luís Borges - Data: 26/03 a 06/04/2026 - Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado, domingo e feriado, às 18h - Bate-papo após sessão: 04/04 | sábado

Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 29/03 | domingo - Classificação etária: 14 anos - Duração: 60 minutos | Gênero: Drama

 Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças

Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas - necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.

Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h.

Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.

Táxi ou Aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).

Entrada acessível: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.

 

bb.com.br/cultura

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E-mail: ccbbsp@bb.com.br

 


QUANDO ANOITECE

 

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QUANDO ANOITECE

Em cartaz no TEATRO SESC BOM RETIRO, o espetáculo reverencia a ancestralidade e valoriza a cultura negra sob a direção do talentoso FLÁVIO RODRIGUES. Em parceria com MARCOS DI FERREIRA na assistência de direção, a montagem imprime um ritmo preciso, resultando em uma obra de altíssima qualidade técnica e artística

Tico Dias e Binho Cidral

LE CONDE apresenta uma dramaturgia precisa que empodera a protagonista negra diante do racismo velado. Em uma performance brilhante, a atriz, idealizadora e roteirista Thaís Cabral reafirma seu pertencimento e eleva a autoestima da personagem com maestria. No palco, ela divide cena com os talentosos AMANDA LINHARES, CONRADO COSTA, LEONARDO GARCEZ E MARINA ESPINOZA, que entregam atuações multifacetadas — cantando, dançando e atuando com uma desenvoltura admirável. É o melhor do teatro para a infância e juventude, feito para encantar todos os públicos."

Tico Dias e Binho Cidral

Raramente encontramos uma produção que consiga equilibrar de forma tão harmoniosa o rigor técnico e a sensibilidade temática. Do desenho de luz à precisão do elenco, cada detalhe parece ter sido lapidado com propósito. Enfim, o espetáculo é um verdadeiro acerto em todas as especificidades, elevando o padrão das montagens contemporâneas e entregando ao público uma experiência completa.

Inserida no cerne da contemporaneidade, a obra aborda questões intrínsecas por meio de uma linguagem estritamente teatral e livre de pieguices. Conduzida por uma equipe criativa de excelência, a montagem destaca-se pelo rigor da pesquisa e pela delicadeza estética. Ao tratar de temas urgentes como a educação antirracista, o combate ao bullying e a valorização das diferenças, o espetáculo reafirma a necessidade de um teatro transformador. Uma experiência que une ludicidade e entretenimento cultural de alta qualidade.

Tico Dias e Binho Cidral

A história acompanha Melânia e a personagem alegórica Pedacinho do Céu em situações que estimulam o reconhecimento e a valorização da negritude, o respeito à diversidade, o enfrentamento ao racismo e à gordofobia. De forma leve e lúdica, a montagem propõe ao público infantil uma experiência que combina entretenimento e reflexão, colocando temas sociais no centro da cena

Imagem: Arte do Entretenimento

 

FICHA TÉCNICA

Idealização: Thaís Cabral. 

Direção geral: Flávio Rodrigues. 

Dramaturgia: Le Conde.  

Assistência de direção: Marcos di Ferreira. 

Direção musical e Composição autoral: Wes Salatiel. 

Direção de movimento: Val Ribeiro. 

Preparação vocal: Aloysio Letra. 

Concepção cenográfica: Flávio Rodrigues. 

Equipe de cenografia: Alício Silva, Giorgia Massetani e Danndhara Shoyama. 

Cenotécnica: Casa Malagueta. 

Figurino: Érica Ribeiro. 

Costureira: Nana Sá. 

Desenho de luz: Matheus Brant. 

Operador de luz: Filipe Batista. 

Produtor musical e arranjador musical: Kleber Martins. 

Operador de som: Tomé de Souza. 

Voz da mãe: Aysha Nascimento. 

Contrarregra: Sagat Jorge. 

Apoio: Andy Bernardes. 

Fotografia: Tico Dias e Binho Cidral

Coordenação de Produção: Izah Neiva 

Produção: Muntu Produções - Thaís Cabral. 

Designer gráfico: Bruno Marcitelli. 

Assessoria de imprensa: Renato Fernandes.

SERVIÇO -  SESC BOM RETIRO (Teatro) Alameda Nothmann, 185, Campos Elíseos - São Paulo   De 8 de março a 19 de abril (Sessão extra no feriado de 21 de abril, terça-feira, às 12h). Horário: sempre aso Domingos, às 12h. Preço: R$40 (Inteira), R$20 (Meia), e R$12 (Credencial Plena). Grátis para Crianças com até 12 anos. 

Obs.:  (Sessão extra no feriado de 21 de abril, terça-feira, às 12h).

https://www.sescsp.org.br/programacao/quando-anoitece/

 

O espetáculo também faz apresentações gratuitas nos dias 25 e 26 de abril, sábado e domingo, às 15h, no Espaço Cultural Inventivo, próximo à estação de metrô Vila Prudente. As sessões contam audiodescrição.

E a foto denuncia a presença desse que vos escreve.



 

 

PRAZER, ZEZÉ!

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PRAZER, ZEZÉ! 

A poética da permanência e do empoderamento da mulher negra que se fez ser ouvida, com sua voz ecoando no vazio do palco, conquistando o seu lugar de fala, surge para abrir  novos horizontes e servir de espelho, dando total visibilidades aos artistas pretos, mostrando a sua contrapartida social na arte, tendo seu processo e busca historicamente construído, concebido não como uma simples homenagem biográfica, mas como um manifesto estético e político sobre a vida e a obra de ZEZÉ MOTTA.


Imagem: Priscila Prade

Mais que um resgate histórico, a obra discute temas centrais da atualidade, como o combate ao racismo e ao preconceito de idade. A presença da música e da dança não apenas ilustra o brilhantismo da trajetória de Zezé, mas eleva o espetáculo a um patamar de transcendência estética, convertendo crítica social em pura emoção.

Imagem: Priscila Prade 

A ancestralidade agradece a inspiração a todos os criativos.  A idealização e dramaturgia irretocáveis do talentoso TONI BRANDÃO, que fez uma pesquisa brilhante, tendo as canções em total sintonia com a dramaturgia e parceria com a super artista da cena  DÉBORA DUBOIS, que diante de sua experiência, deixou o espetáculo com qualidade superior.

O musical que homenageia em vida a trajetória da icônica atriz ZEZÉ MOTA abordando o seu legado na música, no teatro e no cinema e na vida  chega em boa hora e de forma devidamente necessária, obviamente por mostrar a veracidade dos fatos já que tem o aval da personalidade, a qual se fez presente, e por representar o próprio testemunho de que a arte pode ser a ferramenta mais poderosa de fissura no concreto das estruturas desiguais, teve total respeito do público sendo ovacionada com sua entrada no teatro, digna de todo respeito e merecimento, promovendo pura emoção.

Imagem: Arte do Entretenimento 

A ancestralidade também agradece ao desempenho da atriz e cantora LARISSA NOEL que interpreta Zezé Motta, haja talento e desenvoltura no corpo, voz e dança, sendo uma feliz escolha e aos demais artistas fascinantes: ANASTÁCIA LIA, ARTHUR BERGES, ADRIANO TUNES, FERNANDO RUBRO, LUCIANA RAMANZINI, LUCIANA CARNIELI HIPÓLYTO, MARIA ANTÔNIA IBRAIM, MOARA SACCHI, WILLIAM SANCAR, que elevaram o espetáculo a um patamar verdadeiramente plausível.

Imagem: Priscila Prade


A montagem propõe um mergulho vertical na trajetória dessa artista que é, simultaneamente, monumento e movimento. Ser uma mulher negra no Brasil e construir uma relevância artística incontestável significa, necessariamente, operar em um campo cultural profundamente marcado por fraturas históricas. Zezé não apenas caminhou por esse terreno; ela o transformou.


Imagem: Priscila Prade

Na narrativa, o público acompanha a sua juventude em Campos dos Goytacazes, no interior do Rio de Janeiro, até a formação no Teatro Escola Tablado, enfrentando os dissabores por ser artista negra, mas por sonhar, nos contos de fadas sempre tem a ajuda mágica, surgindo MARÍLIA PERA, interpretada com todas as honras e glórias por LUCIANA CARNIELI HIPÓLYTO,  para impulsionar sua carreira e daí por diante a premiada artista ganha asas tendo impacto em  “Roda Viva”, sob direção de Zé Celso, e à projeção nacional interpretando no cinema “Xica da Silva. 

Vale a pena prestigiar! 

FICHA TÉCNICA:
Idealização e Dramaturgia:
Toni Brandão
Direção Artística: Débora Dubois
Músicos: Dan Motta, Karol Preta, Ingrid Cavalcanti, Gabi Gonzales, Ana Magalhães, Priscila Borges, Juliana Silva e Léo Brandão
Direção Musical: Claudia Elizeu
Direção de Produção: Bianca De Felippes
Direção de Arte: Billy Castilho
Figurinista: Lena Santana
Coreógrafa: Tainara Cerqueira
Iluminação: Wagner Pinto
Maestro e Assistente de Direção Musical: Dan Motta
Engenheiro de Som: João Paulo Pereira
Design e Operador de Som: Enrico Baraldi
Consultor Audiovisual / VFX: Demétrio Portugal
Videografismo: Rodrigo Dutra
Design Gráfico: René Corini
Pesquisa de imagens: Martina Steen
Operadora de Luz: Luiza Ventura
Redes Sociais: Gatu Filmes
Produção Local e Administração: Roberta Viana
Produção Executiva: Dani Angeloti
Coordenador de Comunicação: Eduardo Barata
Assessoria de Imprensa: Adriana Monteiro
Fotos de Cena: Priscila Prade
Making Off: Pietra Baraldi
Controller e Assistente de Produção: Gabriela Newlands
Assistente de Produção RJ: Calu Tornaghi
Assistente de Direção e Coreografia: Priscila Borges
Assistente de Arte / Cenógrafo: André Almeida
Contabilidade: Contar Contadores
Assessoria Jurídica: Roberto Silva
Produção de Elenco: Giselle Lima
Diretor de Cena: Tom Pires

 

Roberto Ikeda

SERVIÇOS: SESC 14 BIS – TEATRO RUL CORTEZ – R. Dr. Plínio Barreto, 285. Bela Vista. T. 3016.7700. Quinta, 15h e 20h; sexta e sábado, 20h; domingo e feriado, 18h. Ingressos: R$ 21,00Credencial Plena - R$ 35,00 Meia entrada - R$ 70,00 Inteira -12 anos. De 20/03 até 21/04. Duração: 120 minutos - Sessões com Tradução em Libras: 9 a 12/4, quinta-feira, às 15h e às 20h; sexta e sábado, às 20h; domingo às 18h. Sessões com Audiodescrição: 11/4, às 20h; 12/4, às 18h.

Sessões Extras:
Dia 1/04 quarta 20h
Dia 21/04 terça 20h

Não haverá sessão em 03 de abril

Sessões com tradução em Libras: 9 a 12/04, quinta 15h e 20h, sexta e sábado 20h, domingo 18h

Sessões com audiodescrição: 11/04, 20h; 12/04, 18h

https://www.sescsp.org.br/unidades/14-bis/

 

Eis as fotos da noite marcante:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

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quinta-feira, 26 de março de 2026

SUSI, O MUSICAL

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SUSI, O MUSICAL

A icônica boneca Susi, símbolo da Estrela desde os anos 60, ganha vida nos palcos em um espetáculo musical transformado em um verdadeiro conto de fadas. Com produção da Ulysses Cruz Arte & Entretenimento e direção magistral de Ulysses Cruz, a montagem destaca-se pelo ritmo preciso e pela harmonia de sua equipe criativa. O resultado é uma obra de alta qualidade artística que une humor, emoção e empatia, consolidando-se como uma experiência cultural imperdível.


Imagem: Abílio Gil e Márcio Ribas

”O musical acompanha a trajetória de Victor, um menino de imaginação fértil, hipnotizado pelo cotidiano limitante das telas que o impedem de enxergar o mundo como ele realmente é. Mergulhado em um sonho — ou seria um pesadelo? — Victor embarca em uma jornada fantástica na qual se defronta com seus medos e descobre novas perspectivas ao lado de Susi e de um grupo de personagens marcantes. Entre amigos e antagonistas, ele atravessa um verdadeiro rito de passagem, aprendendo a lidar com as transformações e contradições da infância rumo à adolescência.”

O texto de Mara Carvalho é um acerto absoluto. A trilha sonora, assinada por Thiago Gimenes, não é apenas um acompanhamento, mas parte integrante da dramaturgia. Com uma carpintaria teatral precisa, a peça costura conflitos e humor na medida certa, aguçando a curiosidade do espectador. Além disso, a obra demonstra um olhar atento e inteligente ao desenvolvimento físico e emocional da infância e juventude, resultado de uma pesquisa pedagogicamente assertiva. Uma contribuição fascinante ao teatro. Seja muito bem-vinda, Mara Carvalho

Imagem: Arte do Entretenimento

A narrativa aborda as questões intrínsecas da infância com ludicidade, fugindo de pieguices e reafirmando o rigor teatral. Temas como empoderamento, autoestima e pertencimento instigam o público a abraçar sua essência e identidade em vez de perseguirem uma perfeição ilusória. Ao provocar questionamentos sobre diversidade e pluralidade na contemporaneidade, o texto estende seu alcance à juventude. Sob essa perspectiva, surge uma criticidade urgente que gera reflexões e transformações sociais, oferecendo tanto um suporte lúdico aos pequenos quanto um alerta necessário aos seus responsáveis.

A montagem se destaca como uma superprodução de ritmo impecável, onde figurinos deslumbrantes, coreografias precisas e uma iluminação de primeiríssima qualidade convergem em total harmonia técnica. O resultado é um espetáculo de excelência que utiliza a figura da boneca Susi para exaltar a identidade brasileira. Uma experiência imperdível para todas as famílias."

Imagem: Abílio Gil e Márcio Ribas

O elenco é composto por cantores e atores, extraordinários, artistas com desempenho corporal e vocal plausíveis, com “time” adequado de comédia, alguns já com carreira consolidada nos palcos, todos com excelentes desempenhos. A cantora e atriz PRISCILLA, (Susi), sendo alternado pela atriz CLARA VERDIER. BRUNA GUERIN (Vênus). ARIANE SOUZA (Susi Safari), LUANA TANAKA (Susi Fotógrafa) e DANIELA DE JESUS (Susi Jogadora). PAULINHO OCANHA (Tuti), RODRIGO MORAES (Falcon) e LEANDRO MELO (Beto). NICO TAKAKI e ARTHUR HABERT se alternam como intérpretes do menino Victor, filho da personagem Olga — vivida por MARA CARVALHO, que está brilhante em cena, sendo digna de aplausos pela idealização e contribuição ao teatro para a infância e juventude, contemplando todos os públicos.

É um excelente espetáculo e perder é uma atitude incorreta!

Imagem: Arte do Entretenimento

 

 

EQUIPE CRIATIVA E TÉCNICA:

 

Concepção e Direção Geral: Ulysses Cruz

Texto e Letras: Mara Carvalho

Diretor Residente e Stage Manager: Nicolas Ahnert

Direção Musical: Thiago Gimenes

Direção Executiva: Thiago de Los Reyes

Produção Executiva: Andresa Gavioli

Produção Técnica: Mauro Pucca

Direção de Arte e Cenografia: Verônica Valle

Figurinista: Caia Guimarães

Figurinista: Debora Casares

Visagista: Marcos Padilha

Assistente de Figurino: Carol Poletto

Coreografia e Direção de Movimento: Rubens Oliveira

 Iluminação: Aline Santini

Direção de Elenco: Vanessa Veiga

Assistente de Direção Música: Johnny Mantelato

Assistente de Produção: Luma Litaiff

Assistente de Produção: Fernanda Gavioli

Assistente de Coreografia: Fernanda Salla

Contrarregra 1: Nicolas Ives

Contrarregra 2: Daniel Ribeiro Corsino Maquinista — Paulo Mafrense

Camareira 1: Erika Farias

Peruqueira e Camareira 2: Andrea Almeida Iluminador Assistente e Operador — Caio Maciel Sound Designer — Gabriel D’Angelo

Sound Designer Associado: Fernando Wada Operador de Som — Cauê Palumbo Microfonista 1: Gabriel Vilas

Microfonista 2: Adriana Lima Designer Gráfico — Márcio Ribas

Redes Sociais e Comunicação: André Massa

Redes Sociais: Ofélio Falcão

Conteúdo Audiovisual: Gabriel Metzer e Arthur Bronzato

Assessoria de Imprensa: GPress Comunicação

Copyista : Rodrigo Nascimento

Assessoria Jurídica e Contratos: Marcelo Beck

Prestação de Contas e Contabilidade: William Chagas

 BANDA

 Tecladista — Henry Gomes Baixista — Evandro Moisés Baterista — Ramiz Oliveira Guitarrista — Carlos Augusto

 

 SERVIÇO: TEATRO SÉRGIO CARDOSO –Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – São Paulo/SP - de 21 de fevereiro a 12 de abril. Sessões: quintas e sextas 20h, sábados e domingos 16h e 20h Ingressos: Plateia: Inteira: R$ 200,00 | Meia Entrada: R$ 100,00 Plateia Alta: Inteira: R$ 160,00 | Meia Entrada: R$ 80,00 Balcão: Inteira: R$ 50,00 | Meia Entrada: R$ 25,00 |- Classificação Etária: Livre - Duração: 90 minutos -  capacidade: 827 lugares - Vendas: Site da Sympla ou bilheteria local

NÃO SERÁ PERMITIDO A ENTRADA APÓS O INÍCIO DO ESPETÁCULO. EM CASO DE ATRASO, NÃO HAVERÁ DEVOLUÇÃO DO VALOR DOS INGRESSOS, NEM A TROCA PARA OUTRO DIA OU SESSÃO.

 

 

ENSAIO SOBRE A MEMÓRIA

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