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Mostrando postagens de janeiro, 2020
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COMO TER UMA VIDA QUASE NORMAL Inspirado no livro  COMO TER UMA VIDA NORMAL SENDO LOUCO,   de CAMILA FREMDER e JANA ROSA , o monólogo cômico adaptado e dirigido por RAFAEL PRIMOT é estrelado por MONIQUE ALFRADIQUE , em Curta temporada no Teatro Nair Bello. Ágil, inteligente e engraçado, o texto narra a história de uma mulher moderna, que depois de passar por decepções amorosas, fracassos profissionais e experiências nada convencionais na vida virtual, permanece incansável tentando lidar e sobreviver com seus dilemas contemporâneos (e que no fundo são os de todos nós). De perto ninguém é normal, frase essa que já é um clichê e embora alguns clichês seja propícia para a comédia, essa acertou em cheio. Viver presa a padrões estipulados pela sociedade é se aprisionar em todas as especificidades e deixar o tempo passar sem aproveitar o que a vida oferece é se torturar intrinsecamente, não satisfeita com essa “normalidade”, a personagem extrapola isso, se ...
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O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO? Como sobreviver e manter sua humanidade em tempos de miséria, desalento, intolerância, censura, repressão e violência? O que mantém um homem vivo? A pergunta-título da peça é o desafio que Bertolt Brecht propõe ao público através deste espetáculo. Cada um tem sua percepção e reflexão sobre “ser e estar” no planeta, fazendo o seu próprio juízo, vivendo as intempéries e eventualidades que caem sobre nós, direta ou indiretamente, transportando-nos para muitas contradições sociais, se mostrando totalmente contextualizado com a contemporaneidade. Roteiro elaborado por Renato Borghi e Esther Góes a partir de textos  de BERTOLT BRECHT, com canções de KURT WEILL, HANNS EISLER, PAUL DESSAU E JARDS MACALÉ, reestreia no TUSP em 16 de janeiro, tendo no elenco  RENATO BORGHI, ELCIO NOGUEIRA SEIXAS e GEORGETTE FADEL.                                   ...
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Pedro Cosmos BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO Depois do sucesso no Rio de Janeiro e em Fortaleza, o m usical dirigido por PEDRO CADORE , que também assina os textos em parceria com CLÁUDIA PINTO , chega ao TEATRO LIBERDADE para os fãs matarem um pouco a saudade do cantor BELCHIOR (1946-2017) ,  ao reviver um pouco da vida, da obra e dos pensamentos do cantor e compositor cearense, por meio de uma dramaturgia formada por trechos de entrevistas do próprio artista, somando a momentos poéticos, filosóficos e, sobretudo a boa música. Os atores PABLO PALEOLOGO e BRUNO SUZANO se alternam nos papéis de Belchior. Enquanto Pablo mostra seu talento como cantor, Bruno é incumbido de nos transportar para a poesia e conhecer um pouco do cotidiano do artista, acompanhados ainda pela participação de uma banda ao vivo com seis músicos: DUDU DIAS (baixo), CACÁ FRANKLIN (percussão), EMÍLIA B. RODRIGUES (bateria), MÔNICA ÁVILA (sax/flauta), NELSINHO FRE...