7ª MOSTRA DE TEATRO DE HELIÓPOLIS
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7ª
MOSTRA DE TEATRO DE HELIÓPOLIS
A
MTH apresenta montagens adultas e infantis produzidas por artistas e grupos
que atuam em territórios periféricos do estado de São Paulo.
A 7ª
Mostra de Teatro de Heliópolis, percussora e referência na difusão do
teatro periférico brasileiro, acontece entre os dias 15 e 22 de agosto
de 2026, com entrada gratuita em todas as atrações. A
produção oferece transporte gratuito para os espetáculos
adultos, saindo da Estação Sacomã do Metrô
Imagem:
Leonardo Souzza
Desde 2015, a Mostra acontece com o objetivo de promover um panorama de grupos e coletivos teatrais, cujas atividades sejam desenvolvidas em comunidades populares e regiões periféricas do Estado de São Paulo. A programação completa e demais informações podem ser acessadas pelo Instagram @mostraheliopolis e @ciadeteatroheliopolis e pelo site ciadeteatroheliopolis.com/mostra2026.
Os espetáculos para o público adulto ocorrem na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, sede da Companhia de Teatro Heliópolis, sediada no Ipiranga. O espetáculo convidado Republikkk ou Encruzilhada Não É Beco, do REC Instituto, abre a MTH no dia 15/08, sábado, às 20h. A Mostra segue com as seguintes montagens: Teimar Até que Brote (16/8, domingo, às 18), com o Coletivo Corpo Aberto; Nitrido ou a Dramaturgia de Cavalo (21/08, sexta, às 20h), com o grupo Cavalo Teatro; e Parelha, Um Olhar Sobre a Realidade (22/08, sábado, às 20h), com o Núcleo Parelha.
Para o público infantil e jovem, a programação acontece em espaços de Heliópolis, formada por: O Auto do Negrinho, do Teatro Terreiro Encantado, no CCA Heliópolis (18/08, terça, às 14h30); Festa na Roça, com o Coletivo Piracema, no CCA PAM (19/08, quarta, às 14h30); O Circo da Lona Preta, da Trupe Lona Preta, no CCA Lagoa (20/08, quinta, às 14h30); e Suspiros e Burbujas, com a Cia Laguz Circo e Teatro Itinerante, no CEU Meninos (21/08, sexta, às 15h).
A programação oferece ainda a vivência artística Dramaturgias do Vestígio: Corpo, Território e Memória (inscrições encerradas), com integrantes do REC Instituto, além de rodas de conversa entre os grupos e o público presente, mediadas pelo curador Alexandre Mate, e uma Feira Literária dedicada à difusão de autores periféricos brasileiros e a editoras cujo foco seja artes cênicas e questões sociais. A MTH ainda conta com Olhar Crítico de Alexandre Mate e de convidados/as que assistirão todos os espetáculos, cujas resenhas críticas serão publicados no site do evento.
Realizada pela Companhia de Teatro Heliópolis e pela produtora MUK, a MTH tem curadoria coordenada por Alexandre Mate (doutor, professor e pesquisador do Núcleo Paulistano de Teatro de Grupo) e por Dalma Régia (atriz, produtora e fundadora da Cia. de Teatro Heliópolis). A direção artística é de Miguel Rocha, e Daniel Gaggini assina a direção de produção do evento. Esta edição da MTH - Mostra de Teatro de Heliópolis foi viabilizada por meio do Edital de Fomento à Cultura SP - ProAC nº 092025, Economia Criativa: Fomento à Mostras, Festivais e Evento, da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.
O desejo de realizar a 7ª Mostra de Teatro de Heliópolis vem ao encontro da urgência de dar continuidade a ações que gerem mecanismos para fortalecer, estimular e difundir a criação artística de grupos e artistas teatrais atuantes em territórios periféricos, bem como da necessidade de oferecer oportunidades e visibilidade à rica e pulsante cena teatral dessas localidades.
Para o curador Alexandre Mate, "a Mostra de Teatro de Heliópolis é absolutamente relevante por que apresenta um painel de diferentes necessidades, experimentos estéticos teatrais, em uma perspectiva experimental, daquilo que de melhor vem sendo feito no mundo". Já o diretor artístico Miguel Rocha, argumenta: "Poder ver o outro, assistir, perceber, o modo de se ‘organizar’ dos grupos, vai sempre impactar o nosso trabalho (Cia de Teatro Heliópolis). A Mostra de Teatro de Heliópolis também traz a possibilidade de vermos como outros grupos desenvolvem seus trabalhos, suas pesquisas e seus processos. Vai se criando a prática a partir da troca, da percepção. Eu acho isso fundamental para o teatro e para quem faz teatro".
Serviço | Programação
7ª
Mostra de Teatro de Heliópolis
Espetáculos: 15
e 22 de agosto de 2026
Locais
de apresentações: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho,
CEU Meninos e CCA’s Heliópolis, PAM e Lagoa.
Acesso
gratuito à toda programação.
Ingressos -
Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho: 1h antes da sessão - ordem de
chegada.
Interprete
de Libras e Roda de conversa ao final das
apresentações: Teatro adulto.
Transporte
gratuito (Van): Estação Sacomã do Metrô (saída R. Bom
Pastor) até a Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho. Horários de saída serão
divulgados nas redes sociais.
Informações
e programação: www.ciadeteatroheliopolis.com/mostra2026/
Instagram
- @mostraheliopolis e @ciadeteatroheliopolis
Facebook
- @mostradeteatrodeheliopolis
Contato MTH: producao@ctheliopolis@gmail.com
Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1Kolzam5jkREk4iznbxY5XkdiizUFuQpN
Programação - Teatro | Público adulto
Local:
Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua
Silva Bueno, 1533 - Ipiranga. São Paulo/SP.
15/08 - Sábado, às 20h
Espetáculo
convidado: Republikkk ou Encruzilhada Não É Beco
Com:
REC Instituto
Duração:
80 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Drama.
16/08 - Domingo, às 18h
Espetáculo: Teimar
Até que Brote
Com:
Coletivo Corpo Aberto
Duração:
60 min. Classificação: 12 anos. Gênero: Drama.
21/08 - Sexta, às 20h
Espetáculo: Nitrido
ou a Dramaturgia de Cavalo
Com:
Cavalo Teatro
Duração:
70 minutos. Classificação: Livre. Gênero: Híbrido.
Dia 22/08 - Sábado, às 20h
Espetáculo: Parelha,
Um Olhar Sobre a Realidade
Com:
Núcleo Parelha
Duração:
60 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Drama.
Programação - Teatro de rua | Público infantil
Locais:
CCA - Centro para Criança e Adolescente e CEU
18/08 - Terça, às 14h30
Espetáculo: O
Auto do Negrinho
Com:
Teatro Terreiro Encantado
Duração:
60 min. Classificação: Livre. Gênero: Drama.
Local:
CCA Heliópolis (R. Coronel Silva Castro, 58 - Heliópolis. SP/SP)
19/08 - Quarta, às 14h30
Espetáculo: Festa
na Roça
Com:
Coletivo Piracema
Duração:
50 min. Classificação: Livre. Gênero: Comédia.
Local:
CCA PAM (R. Jovens do Sol, 128 - Heliópolis. SP/SP)
20/08 - Quinta, às 14h30
Espetáculo: O
Circo da Lona Preta
Com:
Trupe Lona Preta
Duração:
50 min. Classificação: Livre. Gênero: Comédia.
Local:
CCA Lagoa (R. Flor do Pinhal, 2 - Heliópolis. SP/SP)
21/08 - Sexta, às 15h
Espetáculo: Suspiros
e Burbujas
Com:
Cia Laguz Circo e Teatro Itinerante
Duração:
50 min. Classificação: Livre. Gênero: Comédia.
Local:
CEU Meninos (R. Barbinos, 111 - São João Clímaco. SP/SP)
SOBRE OS ESPETÁCULOS – Público adulto
Republikkk ou Encruzilhada Não É Beco - REC Instituto
Em um dia de festa, um homem comum, após brigar com Deus, revê a própria história e se pergunta como poderia ter evitado uma tragédia. Entre a roça e a cidade, o espetáculo investiga a resposta à pandemia e a reatividade de uma política politizada. Vida e morte, a passagem do tempo e o que resta de esperança atravessam uma dramaturgia sobre um Brasil Multiforme. Cruzes na terra vermelha, números em tábuas, pau-brasil e a gueroba que renasce com a chuva: histórias reais se cruzam com Darcy Ribeiro, com a Folia de Reis e as tradições ancestrais negras e indígenas. A obra transfigura o luto coletivo em memória, corpo e território.
Concepção e direção: Hercules Morais. Assistência de direção: Mariana Brand. Dramaturgia: Angela Ribeiro e Hercules Morais. Elenco: Hercules Morais, Emmanuelle Barcelos, Paulo Victor Gandra, Marcelo Villas Boas, Magno Argolo e Thiago Machado. Preparação corporal e direção de movimento: Paulo Victor Gandra. Preparação vocal: Hercules Morais. Direção de arte: Clíssia Morais. Cenografia: Clara Lindorfer. Figurinos: Sandra Machado. Visagismo: Hercules Morais. Adereços: Olivio de Oliveira e Jesus Walkir Pedroso. Desenho de luz: Docini. Desenho de som e música original: Renato Navarro. Técnico de palco: Abner Felix. Produção: Fernando de Marchi. Realização: REC Instituto.
Teimar
Até que Brote - Coletivo Corpo Aberto
Teimar Até que Brote - inspirado na organização das agricultoras
urbanas periféricas da Zona Leste de São Paulo - mergulha no desafiador e
poético processo de criação de uma horta comunitária. A peça ecoa as vozes que
revelam a imensa teimosia e o sonho coletivo, necessários para transformar um
terreno "condenado a num dá nada", repleto de lixo, pedras e cercado
pela lógica urbana. Narrando a jornada, desde a árdua remoção de pedras até a
espera pelo brotar, o espetáculo celebra a resistência ao fazer vingar a vida
em "terra desenganada", mostrando como a terra não só muda as
pessoas, mas também representa um ato profundo de fincar raízes de esperança e
possibilidade em meio à disputa por espaço na periferia.
Dramaturgia: Rafael Cristiano. Direção: Veronica
Avellar. Elenco: Danielle Rocha, Jennifer Soares, Patrícia
Bruschini, Thamara Almeida, Isa Souza e Veronica Avellar. Composição de
trilhas mecânicas: Rafael Vícole. Composição de canções:
Jéssica Nunes. Preparação corporal: Daniele Laetano. Figurinos:
Laís da Lama. Cenografia: Veronica Avellar. Musicista
(sanfona) e cantora: Jéssica Nunes. Iluminação: Tomate
Saraiva. Vídeo mapping: Leonardo Souzza. Orientação de
pesquisa: Mulheres do GAU. Mídias sociais: Tuane Júlia. Arte
gráfica: Carlos Bertuol. Produção geral: Danielle Rocha.
Produção executiva: Patrícia Bruschini e Tuane Júlia.
Nitrido
ou a Dramaturgia de Cavalo -
Cavalo Teatro
O “EU corpo-humano”, tem uma forte presença de cena, assim como o
“corpo-cavalo”, assim como as luzes brincando com o que é o atuador, o que é o
cavalo e o que é o público. A peça narra o encontro da fome, da feira, do
lixo e da humanidade em sua cavalaria periférica. Laís Cafari fez uma
ampla pesquisa sobre a alimentação na periferia, com foco em sua região, no
Jardim Romano (extremo leste de São Paulo), onde a falta de tempo e dinheiro
dificulta a ingestão de alimentos frescos, in natura ou preparados na hora,
levando ao maior consumo ultraprocessados, mais baratos e práticos. A peça
se ancora no conceito de “escrevivência” de Conceição Evaristo para construir
uma narrativa que se firma como expressão coletiva. Nitrido significa o ato de
relinchar, propondo uma experiência cênica visceral onde palavra, som e
movimento atravessam o público. s atores retratam os cavalos com uma
intensa coreografia em meio aos alimentos, caixas de feira, objetos de
locomoção.
Dramaturgia e direção geral: Laís Cafari. Elenco: Abraão
Kimberley, Dante Preto, Janderson Fundação, Jefferson Silvério, João Carlos
Pinto, Ricieri Palha e Will Belarmino. Atores substitutos: Mateus
Jesus e Efraim Canuto. Coordenação de produção artisitica: Trinity. Orientação
junto à direção: Lúcia Kakazu. Preparação corporal: Gisele
Calazans. Preparação vocal: Tâmara David. Provocação
corporal: Nina Giovelli, Verônica Corpo Santos. Coreografia “Das
trocas”: Claudiana Honório. Coreografia “Capoeira”: Rafael
Oliveira e Laís Cafari. Provocação textual de produção executiva:
Lisa Ferreira. Assistência de produção: Jéssica Oliveira e Vini
Ranieri. Concepção de cenário: Laís Cafari. Confecção de
caixotes e carrinho: Wanderley Wagner da Silva. Arte caixotes:
Julia Morinaga. Figurinos: Mara Carvalho. Orientação de
dramaturgia: Jessica Nascimento Olaegbe. Nutricionista: Melissa
Tarrão. Designer: Tamii e Melissa Centurion. Fotógrafia:
David Rodrigues e Nah S Prado. Comunicação: Isabela
Escudeiro. Filmaker: Gustrago. Criação de Músicas:
Abraão Kimberley, Dante Preto, Janderson Fundação, Jefferson Silvério, João
Carlos e Laís Cafari. Faixa das "trocas": Lucas F
Paiva. Agradecimentos: Coletivo Estopô Balaio, Cia Quatro Ventos,
Luzia Andrade, Movimento Cultural Ermelino Matarazzo e aos moradores do Jardim
romano.
Parelha, Um Olhar Sobre a Realidade - Núcleo Parelha
Dois cavalos, Santa Cruz e Parelheiros, correm sem parar por uma das regiões
mais esquecidas de São Paulo: Parelheiros. Isto, 198 anos atrás. Em uma laje na
periferia, as personagens Fena e Cambuci revelam histórias de um território
marcado por promessas e muros. Prestes a completar 199 anos, Parelheiros decide
parar de correr pela primeira vez, entrando em conflito com seu irmão, o Santa
Cruz (vulgo cavalo Pangaré). A montagem convida o público a refletir sobre
o que Parelheiros viu nesse lugar de promessas e de muitos muros. Seria
possível ultrapassar esses muros? O espetáculo, que mistura teatro, música
autoral, audiovisual e memória viva da periferia, nasceu de uma experiência
vivida pelas artistas Maria José Alves e Dionísia Gonçalves, colocando a
periferia no centro da cena.
Concepção, atuação e música em cena: Dionísia Gonçalves e Maria José
Alves. Dramaturgia: Cristiane Sobral e Núcleo Parelha. Direção:
Juliana Pardo e Alício Amaral (Cia Mundu Rodá) e Núcleo Parelha. Elenco: Dionísia
Gonçalves e Maria José Alves. Direção musical: Gregory
Slivar. Trilha sonora e composição ao vivo: Dionísia
Gonçalves. Preparação vocal: Dionísia Gonçalves. Preparação
corporal: Juliana Pardo e Alício Amaral. Criação e operação de Luz:
Kenny Rogers. Assistência de iluminação: Bianca Pereira. Cenografia:
Wanderley Wagner e Núcleo Parelha. Concepção de figurino: Macarena
Rozic (Reviver Ateliê). Hairstyle: Mestiça. Fotografia -
Laje: Kenny Rogers. Fotografia: Cristhiane Evangelista. Designer
gráfico: Adi Alves. Operação de som e cenotecnia: Gilson
Lande. Consultoria musical: Gilson Lande. Manutenção
técnica: Luthieria Fênix Sg. Produção geral: Núcleo
Parelha. Produção de campo: Sula Silva. Realização:
Núcleo Parelha.
SOBRE
OS ESPETÁCULOS – Público infantil / Teatro de rua
O Auto do Negrinho - Teatro Terreiro Encantado
Com direção de Cleydson Catarina e inspirado no cordel Negrinho do
Pastoreio, de Klévisson Viana, o espetáculo de teatro popular apresenta a
lenda do Negrinho do Pastoreio, uma criança escravizada no sul do Brasil. A
história do pequeno menino permeia o imaginário popular brasileiro e serve ao
grupo como reflexão sobre o genocídio da juventude negra, indígena e pobre nos
tempos atuais. Lançando mão da oralidade da literatura de cordel, da estética,
religiosidade e musicalidade das Congadas, além das máscaras e bonecos das
manifestações populares, os artistas convidam o público para um teatro
ritualístico, no qual o festejo é uma forma de rebeldia e resistência.
Direção:
Cleydson Catarina. Cordel: Klévisson Viana. Elenco:
Cleydson Catarina (ator e bonequeiro), Uberê Guelé (ator e bonequeiro), Rager
Luan (músico, ator e bonequeiro) e Rafael Fazion (músico). Produção:
Ju Dias.
Festa na Roça - Coletivo Piracema
Na vida de quem vive no interior, uma boa prosa acompanhada de um cafezinho
fresco é irresistível. No palco, uma grande celebração acontece em Festa
na Roça: o encontro entre velhos amigos que se juntam para brincar, jogar
conversa fora e, é claro, se divertirem muito. E o público não fica de fora da
festança não! São muito bem recebidos com músicas típicas ao vivo, como se
estivessem na sala de casa pra se divertirem e desfrutarem das tradições
interioranas e caipiras.
Direção: Coletivo Piracema. Elenco: Bruno Peruzzi,
Danieli Maimoni, Denis Menezes, Hugo Delariva, Junior Taz, Katina Sousa e
Suelen Zacharias; Rafael Magrim e Franco Garcia. Direção musical:
Franco Garcia. Trilha sonora: Franco Garcia e Rafael Magrim. Composição
musical “Chegança”: Hugo Delariva e Franco Garcia. Cenografia e
figurinos: Silmara Delariva. Fotografias: Adriano Scanhuela,
Vinicius Mena e Diego Delariva. Produção: Cia. Pé de Cana e MB
Circo.
O Circo da Lona Preta - Trupe Lona Preta
O
Circo da Lona Preta é um espetáculo inspirado na
tradição circense. Os palhaços Rabiola e Chico Remela - interpretados por Joel
Carozzi e Sergio Carozzi - reconstroem de forma divertida os símbolos do
picadeiro, atualizando e dando novo vigor às clássicas cenas circenses tradicionais
e mambembes, nas picadilhas do imaginário periférico.
Direção: Sergio Carozzi. Elenco: Joel Carozzi e Sergio
Carozzi. Figurinos: Leandro Benites. Produção:
Cristiane Fernandes.
Suspiros
e Burbujas - Cia Laguz, Circo
e Teatro Itinerante
Romina
Sanchez e Felipe Abreu dão vida aos palhaços Burbuja e Suspiro. Eles chegam
carregando mais do que malas: trazem histórias, sotaques e uma paixão pelo
circo que contagia a todos. Em Suspiros e Burbujas, números
tradicionais se transformam em cenas vivas: malabares viram dança, bolhas de
sabão se tornam poesia no ar. E o público é parte essencial da brincadeira. A
Cia Laguz, Circo e Teatro Itinerante apresenta um espetáculo que celebra o que
o circo tem de melhor: a capacidade de unir pessoas por meio do riso.
Direção: Laguz Circo. Criação e interpretação:
Felipe Abreu Pereira e Romina Sanchez. Figurino: Romina
Sanchez. Cenotecnia: Felipe Abreu Pereira. Cenário: Cia
Laguz Circo e Teatro. Maquiagem: Cia Laguz Circo e Teatro. Orientação
cênica: João Lima. Produção: Romina Sanchez.
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