"CAPIBA, PELAS RUAS EU VOU..."
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"CAPIBA,
PELAS RUAS EU VOU..."
Engana-se
quem acha que já viu tudo diante dos musicais sem conferir este que prima pela
originalidade, sem forma feita, com a cultura popular trazida para a
contemporaneidade, na qual se vê ineditismo plausível na poesia, no romantismo
e na alegria presente nas intervenções artísticas impressas de maneira
inquestionável.
Com
direção geral muito assertiva de TUCA
ANDRADA, a justa homenagem ao compositor pernambucano da Cidade de Surubim,
LOURENÇO DA FONSECA BARBOSA, conhecido
como CAPIBA (1904–1997) um mestre da cultura popular, vem ressaltar a pulsante
poética e poesia por meio de corpos esvoaçantes, contando com cerca de trinta bailarinos
e cantores do PROJETO ARIA SOCIAL acompanhados por uma orquestra de
câmara, sobressaindo lindas vozes em impactante sintonia, belíssimos desenhos
coreográficos com toda funcionalidade, sincronismo perfeito sem nenhum atropelo,
sendo um sopro para a alma e o coração.
Imagem:
Arte do Entretenimento
A
superprodução tem uma banda ao vivo, unindo as linguagens da arte, a dança, a
música, o teatro e evidentemente as artes visuais, contando a história do mestre do frevo, tendo como foco
principal as canções coreografadas brilhantemente, deixando a plateia extasiada
com tanto talento em cena.
Vários
ritmos se misturam: frevo, samba, maracatu, valsa e música erudita mostrando o
multiculturalismo tendo como ponto forte a iluminação como coadjuvante, a beleza
dos figurinos com toda mobilidade e leveza. Enfim, a criatividade não se faz
imperceptível em nenhuma especificidade.
Foto: Alicia
Cohim/divulgação
A
apresentação propõe uma imersão musical pelas ruas de Pernambuco, reunindo
canções marcantes que atravessaram gerações e ajudaram a construir a identidade
cultural do estado. Com direção cuidadosa, arranjos envolventes e
interpretações emocionantes, o espetáculo resgata a essência do frevo,
destacando sua força, poesia e energia.
Imagem:
divulgação
Lindo
momento no qual o maracatu se faz
presente
O repertório reúne
clássicos como “É de Amargar”, “Linda Flor da Madrugada” e “Nos Cabelos de
Rosinha”, além de momentos de grande intensidade artística, como a
interpretação da “Missa Armorial”, que evidencia a relação do compositor com a
espiritualidade e com a estética do Movimento Armorial.
Foto: Alicia
Cohim/divulgação
Equipe
Criativa e Direção
Direção Geral:
Cecilia Brennand
Direção Musical, Arranjos e Regência:
Rosemary Oliveira
Direção Artística, Roteiro e Coreografia:
Ana Emília Freire
Direção Teatral:
Tuca Andrada
Design Visual e
Técnico
Criação de
Figurino: Beth Gaudêncio
Direção
Audiovisual e Videografia: Max Levay e Ana Emília Freire
Design de Luz e
Operação: Cleison Ramos
Design de Som e
Operação: Izabel Brito
Produção e Elenco
Produção:
Kleitiany Cavalcante Moreira de Lima e Joaquim Moreira Coelho Filho
Realização:
Aria Social
SERVIÇO:
Teatro B32 - Sala Principal - Avenida Brigadeiro Faria
Lima, 3732, Itaim Bibi, São Paulo, SP – SESSÕES: Datas e horários: 24 de
julho, às 20h - 25 de julho, às 16h e às 20h - 26 de julho, às 15h30 e às 19h -
INGRESSOS: R$ (R$ 140 e R$ 70) -
A revenda é proibida. O uso indevido poderá resultar no cancelamento do
ingresso. · O assento é livre. · Tolerância de 10 minutos após o início do
espetáculo. · É proibido o consumo de alimentos e bebidas dentro do teatro.
· Crianças a partir de 24 meses pagam ingresso. · Classificação indicativa: 12
anos. · Estacionamento gratuito. Classificação
indicativa Livre
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