sábado, 4 de abril de 2026

AGROPEÇA

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AGROPEÇA 

Um grupo histórico que faz o teatro acontecer conquistando o público e sempre formando novas plateias, o TEATRO DA VERTIGEM, reafirma o seu legado e nessa trajetória histórica marcada pela reinvenção da cena contemporânea, a Trupe segue cumprindo sua vocação: transformar o espaço urbano em palco e conquistar o público com uma estética arrebatadora. Mais do que encenar peças, o grupo fomenta a renovação constante das artes cênicas e provoca diálogos profundos com a realidade brasileira.

Imagem: Lígia Jardim

“Em uma arena que ora é rodeio, ora é o centro de um sítio, personagens se enfrentam à mesa de jantar ou diante de um touro bravio, tentando decifrar um país que “rumina” e “agoniza” em busca do próprio destino. Não se sabe se o que se vê é o retrato de um Brasil cruel e conservador ou uma antiga fábula infantil que ajudou a moldar o imaginário nacional.”

Imagem: Arte do Entretenimento

Em AGROPEÇA, espetáculo amplamente premiado, Vencedor do Prêmio Shell de Direção (ANTONIO ARAÚJO) e Cenografia (ELIANA MONTEIRO E WILLIAM ZARELLA JUNIOR) , vemos essa potência plausivelmente consolidada com os atores: ANDREAS MENDES, JAMES TURPIN, MAWUSI TULANI, PAULO ARCURI, TENCA SILVA, LOLA FANUCCHI, VICTOR SALOMÃO E VINICIUS MELONI,  jogando em cena com todo vigor artístico, sem atropelos, promovendo o melhor do teatro.

Imagem: Lígia Jardim

“O grupo lança um olhar crítico sobre o universo rural e a influência do agronegócio na sociedade brasileira contemporânea, tomando o rodeio como linguagem cênica. Para isso, aciona personagens centrais do imaginário brasileiro — Emília, Narizinho, Pedrinho, Tia Nastácia, Dona Benta, Visconde de Sabugosa e o Marquês de Rabicó — criações de Monteiro Lobato, que surgem como eixo simbólico e narrativo da obra, em uma releitura livre e provocadora de O Sítio do Picapau Amarelo.”

 A obra não apenas mantém o legado do grupo, mas o expande, provando que a "vertigem" continua sendo um estado essencial para compreender o nosso tempo.


Imagem: Lígia Jardim

Com concepção e direção irretocável do talentosíssimo ANTONIO ARAÚJO, texto final do multifacetado escritor pernambucano MARCELINO FREIRE e co-direção da experiente ELIANA MONTEIRO, o espetáculo arrebata multidão, mostrando o teatro em festa, ao mesmo tempo que emociona, vem a ruptura provocando discussão e nessa dialética e dialogicidade várias reflexões emergem tirando o espectador do lugar comum.

Imagem: Arte do Entretenimento

FICHA TÉCNICA


Uma criação do TEATRO DA VERTIGEM
Texto
: Marcelino Freire
Concepção e Direção Geral: Antonio Araújo
Co-direção: Eliana Monteiro
Coordenação Tecnica e Desenho de Luz: Guilherme Bonfanti
Performers: Andreas Mendes, James Turpin, Mawusi Tulani, Paulo Arcuri, Tenca Silva, Lola Fanucchi, Victor Salomão e Vinicius Meloni
Artistas Colaboradores: Nicolas Gonzalez (1ª e 2ª Fase), Lee Taylor (1ª Fase)
Dramaturgismo: Bruna Menezes
Assistente de Dramaturgismo: João Crepschi
Conceito do Espaço: Antonio Araújo
Cenografia: Eliana Monteiro e William Zarella Junior
Sound Designer Associados: Randal Juliano, Guilherme Ramos e Kleber Marques
Figurino: Awa Guimarães
Visagismo: Tiça Camargo
Direção Musical e Trilha Original: Dan Maia
Direção vocal: Lucia Gayotto
Videografismo: Vic von Poser
Preparação corporal: Castilho e Ricardo Januário
Preparação Corporal (1ª Fase): Fabrício Licursi
Direção de movimento: Castilho
Assistente de Direção e Direção de Palco: Gabriel Jenó
Assistentes de Iluminação e Programação: Francisco Turbiani
Músicos: Dan Maia e Ricardo Saldaña
Operação de luz: Felipe Bonfante
Operador de Áudio: Fernando Sampaio
Operadoras de Projeção: Gabriel Theodoro
Operadores de Câmera: André Voulgaris
Operadores de Canhão Seguidor: Igor Beltrão e Giovanni Matarazzo
Montagem de Luz: Felipe Bonfante, Igor Beltrão, Raphael Mota, Danilo Punk, Jhones Pereira, Tarsis Braga (Cabelo) e Lucas da Silva
Contrarregras: Ayra Flores, Flávio Rodrigues e João Portela
Cenotécnico: Zé Valdir Albuquerque
Montagem, Pintura e Tratamento de Cenografia: Elástica SP Cenografia
Costureiras: Francisca Rodrigues e Cleonice Barros Correa
Aulas de Laço: Gui Sampaio
Crânios de Boi: Vinicius Fragata
Tradutor Yorubá: Mariana de Òsùmàrè
Estagiária de Direção: Julie Douet Zingano
Fotos: Lígia Jardim
Documentarista: Padu Palmerio
Designer Gráfico: Guilherme Luigi
Assessoria de Imprensa: Canal Aberto
Estagiário de Produção: Bento Carolina
Produção: Corpo Rastreado – Leo Devitto e Gabi Gonçalves

Imagem: Lígia Jardim

SERVIÇO: ESPAÇO CULTURAL ELZA SOARES (Alameda Eduardo Prado, 474, São Paulo, SP) - Ingressos: R$ 40/ R$ 20 (meia) - Via Sympla - De: 27/02 a 12/04/2026
Sextas e sábados às 20h, e domingos às 18h

Classificação: 16 anos | Duração: 90 minutos.

Eis a prova pela qual estive presente

Imagem: Geraldo Fernandes



 

 

 

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