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AGROPEÇA
Um grupo histórico que faz o teatro
acontecer conquistando o público e sempre formando novas plateias, o TEATRO
DA VERTIGEM, reafirma o seu legado e nessa trajetória histórica marcada
pela reinvenção da cena contemporânea, a Trupe segue cumprindo sua vocação:
transformar o espaço urbano em palco e conquistar o público com uma estética
arrebatadora. Mais do que encenar peças, o grupo fomenta a renovação constante
das artes cênicas e provoca diálogos profundos com a realidade brasileira.
Imagem:
Lígia Jardim
“Em uma arena que ora é rodeio, ora
é o centro de um sítio, personagens se enfrentam à mesa de jantar ou diante de
um touro bravio, tentando decifrar um país que “rumina” e “agoniza” em busca do
próprio destino. Não se sabe se o que se vê é o retrato de um Brasil cruel e
conservador ou uma antiga fábula infantil que ajudou a moldar o imaginário
nacional.”
Imagem: Arte do Entretenimento
Em AGROPEÇA, espetáculo
amplamente premiado, Vencedor do Prêmio Shell de Direção (ANTONIO ARAÚJO)
e Cenografia (ELIANA MONTEIRO E WILLIAM ZARELLA JUNIOR) , vemos essa
potência plausivelmente consolidada com os atores: ANDREAS MENDES, JAMES
TURPIN, MAWUSI TULANI, PAULO ARCURI, TENCA SILVA, LOLA FANUCCHI, VICTOR SALOMÃO
E VINICIUS MELONI, jogando em cena
com todo vigor artístico, sem atropelos, promovendo o melhor do teatro.
Imagem:
Lígia Jardim
“O grupo lança um olhar crítico
sobre o universo rural e a influência do agronegócio na sociedade brasileira
contemporânea, tomando o rodeio como linguagem cênica. Para isso, aciona
personagens centrais do imaginário brasileiro — Emília, Narizinho, Pedrinho,
Tia Nastácia, Dona Benta, Visconde de Sabugosa e o Marquês de Rabicó — criações
de Monteiro Lobato, que surgem como eixo simbólico e narrativo da obra, em uma
releitura livre e provocadora de O Sítio do Picapau Amarelo.”
A obra não apenas mantém o legado do grupo,
mas o expande, provando que a "vertigem" continua sendo um estado
essencial para compreender o nosso tempo.
Imagem:
Lígia Jardim
Com concepção e direção irretocável
do talentosíssimo ANTONIO ARAÚJO, texto final do multifacetado escritor
pernambucano MARCELINO FREIRE e co-direção da experiente ELIANA
MONTEIRO, o espetáculo arrebata multidão, mostrando o teatro em festa, ao
mesmo tempo que emociona, vem a ruptura provocando discussão e nessa dialética
e dialogicidade várias reflexões emergem tirando o espectador do lugar comum.
Imagem: Arte do Entretenimento
FICHA
TÉCNICA
Uma criação do TEATRO DA VERTIGEM
Texto: Marcelino Freire
Concepção e Direção Geral: Antonio Araújo
Co-direção: Eliana Monteiro
Coordenação Tecnica e Desenho de Luz: Guilherme Bonfanti
Performers: Andreas Mendes, James Turpin, Mawusi Tulani, Paulo
Arcuri, Tenca Silva, Lola Fanucchi, Victor Salomão e Vinicius Meloni
Artistas Colaboradores: Nicolas Gonzalez (1ª e 2ª Fase), Lee Taylor
(1ª Fase)
Dramaturgismo: Bruna Menezes
Assistente de Dramaturgismo: João Crepschi
Conceito do Espaço: Antonio Araújo
Cenografia: Eliana Monteiro e William Zarella Junior
Sound Designer Associados: Randal Juliano, Guilherme Ramos e Kleber
Marques
Figurino: Awa Guimarães
Visagismo: Tiça Camargo
Direção Musical e Trilha Original: Dan Maia
Direção vocal: Lucia Gayotto
Videografismo: Vic von Poser
Preparação corporal: Castilho e Ricardo Januário
Preparação Corporal (1ª Fase): Fabrício Licursi
Direção de movimento: Castilho
Assistente de Direção e Direção de Palco: Gabriel Jenó
Assistentes de Iluminação e Programação: Francisco Turbiani
Músicos: Dan Maia e Ricardo Saldaña
Operação de luz: Felipe Bonfante
Operador de Áudio: Fernando Sampaio
Operadoras de Projeção: Gabriel Theodoro
Operadores de Câmera: André Voulgaris
Operadores de Canhão Seguidor: Igor Beltrão e Giovanni Matarazzo
Montagem de Luz: Felipe Bonfante, Igor Beltrão, Raphael Mota,
Danilo Punk, Jhones Pereira, Tarsis Braga (Cabelo) e Lucas da Silva
Contrarregras: Ayra Flores, Flávio Rodrigues e João Portela
Cenotécnico: Zé Valdir Albuquerque
Montagem, Pintura e Tratamento de Cenografia: Elástica SP
Cenografia
Costureiras: Francisca Rodrigues e Cleonice Barros Correa
Aulas de Laço: Gui Sampaio
Crânios de Boi: Vinicius Fragata
Tradutor Yorubá: Mariana de Òsùmàrè
Estagiária de Direção: Julie Douet Zingano
Fotos: Lígia Jardim
Documentarista: Padu Palmerio
Designer Gráfico: Guilherme Luigi
Assessoria de Imprensa: Canal Aberto
Estagiário de Produção: Bento Carolina
Produção: Corpo Rastreado – Leo Devitto e Gabi Gonçalves
Imagem:
Lígia Jardim
SERVIÇO: ESPAÇO CULTURAL ELZA
SOARES (Alameda
Eduardo Prado, 474, São Paulo, SP) - Ingressos: R$ 40/ R$ 20 (meia) - Via
Sympla - De: 27/02 a 12/04/2026
Sextas e sábados às 20h, e domingos às 18h
Classificação: 16 anos | Duração:
90 minutos.
Eis a prova pela qual estive presente
Imagem:
Geraldo Fernandes