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O
JULGAMENTO DE SÓCRATES
A frase ideal que poderia ser dita
pelo pai da filosofia seria “Só sei que tudo sei”, mas a humildade desse grande
gênio da humanidade soube usar adequadamente a sua sabedoria a qual recai sobre
a humanidade como fundamental para a compreensão da moral e do caráter e para
ser mais popular “Quem não deve não teme”, portanto, se faz necessário
seguirmos o trem da história para tirarmos nossas próprias conclusões e
prestigiarmos esse espetáculo estritamente necessário para que possamos conhecer
a história desse grande sábio escrito com grande sabedoria pelo dramaturgo e
conhecedor da filosofia, REGIS DE OLIVEIRA, com contundente pesquisa
e conhecimento, apresentando seu segundo texto notório, sendo muito bem-vindo a
cena teatral.
“Em uma Atenas dividida entre o
medo e a liberdade, o filósofo Sócrates é acusado de corromper os jovens e
questionar os deuses. Diante do tribunal, com lucidez e ironia, ele transforma
sua defesa em um manifesto atemporal sobre integridade, coragem e pensamento
livre.”
LUIZ AMORIM, CARLOS DE NIGGRO,
BRENO GANZ, MAGNUS ODILON, MARCUS VERÍSSIMO, NALINI MENEZES, PRISCILA CAMARGO
PRISCILLA DIEMINGER e ROBERTO BORENSTEIN dão
vida a personagens intrigantes para promover o melhor do teatro, nos convidando
a conhecer a história do icônico filósofo SÓCRATES (470 a.C.-399 a.C.),
a quem a humanidade deve muito pelo incontestável legado, sendo os seus
ensinamentos sempre contemporâneos e essenciais para reflexão do nosso caráter
e o que tem de melhor no discurso da ética.
Foto: Ronaldo Gutierrez
LUIZ AMORIM, o protagonista, muito entregue ao personagem
conduz o fio condutor da história, permeado por fortes conflitos, se encontra
entre a cruz e a espada e diante de tantas intempéries o grande desafio se
instala promovendo um embate de ideias, defendendo sua personagem com afinco e
diante das questões intrínsecas, se sente seguro em suas decisões, não se
acovardando, tendo o final que vai de encontro da sua verdade promovendo cenas
hilárias para delete da plateia contagiando todos aqueles que bucam a verdade
acima de qualquer coisa. AMORIM, repete a boa parceria do espetáculo anterior “O
Deus de Spinoza”, no qual teve grande participação como diretor, ator e
adaptador.
A direção do talentoso e experiente
BRUNO PERILLO é um acerto. Bons desenhos de cena, a Grécia muito bem
representada. Enfim, se sentindo em casa, pois atuou como ator no espetáculo “O Deus de Spinoza”, representando
SPINOSA, primeiro texto do dramaturgo Régis de Oliveira com brilhantismo
notório estabelecendo uma parceria de sucesso entre o autor e com o elenco o
qual boa parte se repete nessa montagem. PERILLO contou ainda com a equipe de criativos em
constante sintonia a começar pela iluminação (CESAR PIVETTI), figurinos (CHRIS
AIZNER) e demais profissionais citados na ficha técnica, tendo resultado
com qualidade inquestionável.
FICHA
TÉCNICA
Texto
e Concepção: Regis
de Oliveira
Direção: Bruno Perillo
Cenografia
e Figurinos: Chris
Aizner
Iluminação: Cesar Pivetti
Direção
de Movimento:
Marina Caron
Direção
Musical: Bruno
Perillo
Assistência
de Produção:
Mirtes Ladeira
Assessoria
de Imprensa:
Flavia Fusco Comunicação
Designer
Gráfico: Luciano
Alves
Fotografia: Ronaldo Gutierrez
Contrarregra: Magnus Odilon
Camareira: Mirtes Ladeira
Produção: Regis de Oliveira e Bruno Perillo
Instagram @julgamentodesocrates
SERVIÇO: TEATRO ITÁLIA - Av. Ipiranga, 344 - República - São
Paulo - | 292 lugares - Duração: 80 minutos. Classificação: 12
anos. Gênero: Drama - Temporada: de 5 de setembro a 16 de outubro. Sextas
e Sábados às 20h / Domingos às 19h. Ingressos: R$ 100 | R$ 50 meia. Vendas pelo
site: https://bileto.sympla.com.br/
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