quinta-feira, 18 de setembro de 2025

O JULGAMENTO DE SÓCRATES

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O JULGAMENTO DE SÓCRATES 

A frase ideal que poderia ser dita pelo pai da filosofia seria “Só sei que tudo sei”, mas a humildade desse grande gênio da humanidade soube usar adequadamente a sua sabedoria a qual recai sobre a humanidade como fundamental para a compreensão da moral e do caráter e para ser mais popular “Quem não deve não teme”, portanto, se faz necessário seguirmos o trem da história para tirarmos nossas próprias conclusões e prestigiarmos esse espetáculo estritamente necessário para que possamos conhecer a história desse grande sábio escrito com grande sabedoria pelo dramaturgo e conhecedor da filosofia, REGIS DE OLIVEIRA, com contundente pesquisa e conhecimento, apresentando seu segundo texto notório, sendo muito bem-vindo a cena teatral.

Foto: Ronaldo Gutierrez

“Em uma Atenas dividida entre o medo e a liberdade, o filósofo Sócrates é acusado de corromper os jovens e questionar os deuses. Diante do tribunal, com lucidez e ironia, ele transforma sua defesa em um manifesto atemporal sobre integridade, coragem e pensamento livre.”

LUIZ AMORIM, CARLOS DE NIGGRO, BRENO GANZ, MAGNUS ODILON, MARCUS VERÍSSIMO, NALINI MENEZES, PRISCILA CAMARGO PRISCILLA DIEMINGER  e ROBERTO BORENSTEIN dão vida a personagens intrigantes para promover o melhor do teatro, nos convidando a conhecer a história do icônico filósofo SÓCRATES (470 a.C.-399 a.C.), a quem a humanidade deve muito pelo incontestável legado, sendo os seus ensinamentos sempre contemporâneos e essenciais para reflexão do nosso caráter e o que tem de melhor no discurso da ética.

                                                    Foto: Ronaldo Gutierrez

LUIZ AMORIM, o  protagonista, muito entregue ao personagem conduz o fio condutor da história, permeado por fortes conflitos, se encontra entre a cruz e a espada e diante de tantas intempéries o grande desafio se instala promovendo um embate de ideias, defendendo sua personagem com afinco e diante das questões intrínsecas, se sente seguro em suas decisões, não se acovardando, tendo o final que vai de encontro da sua verdade promovendo cenas hilárias para delete da plateia contagiando todos aqueles que bucam a verdade acima de qualquer coisa. AMORIM, repete a boa parceria do espetáculo anterior “O Deus de Spinoza”, no qual teve grande participação como diretor, ator e adaptador.

Foto: Ronaldo Gutierrez

A direção do talentoso e experiente BRUNO PERILLO é um acerto. Bons desenhos de cena, a Grécia muito bem representada. Enfim, se sentindo em casa, pois atuou como ator no espetáculo  “O Deus de Spinoza”, representando SPINOSA, primeiro texto do dramaturgo Régis de Oliveira com brilhantismo notório estabelecendo uma parceria de sucesso entre o autor e com o elenco o qual boa parte se repete nessa montagem. PERILLO  contou ainda com a equipe de criativos em constante sintonia a começar pela iluminação (CESAR PIVETTI), figurinos (CHRIS AIZNER) e demais profissionais citados na ficha técnica, tendo resultado com qualidade inquestionável.

FICHA TÉCNICA

Texto e Concepção: Regis de Oliveira

Direção: Bruno Perillo

Cenografia e Figurinos: Chris Aizner

Iluminação: Cesar Pivetti

Direção de Movimento: Marina Caron

Direção Musical: Bruno Perillo

Assistência de Produção: Mirtes Ladeira

Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação

Designer Gráfico: Luciano Alves

Fotografia: Ronaldo Gutierrez

Contrarregra: Magnus Odilon

Camareira: Mirtes Ladeira

Produção: Regis de Oliveira e Bruno Perillo

Instagram @julgamentodesocrates


SERVIÇO: TEATRO ITÁLIA - Av. Ipiranga, 344 - República - São Paulo - | 292 lugares - Duração: 80 minutos. Classificação: 12 anos. Gênero: Drama - Temporada: de 5 de setembro a 16 de outubro. Sextas e Sábados às 20h / Domingos às 19h. Ingressos: R$ 100 | R$ 50 meia. Vendas pelo site: https://bileto.sympla.com.br/

 Muitos amigos e fãs dos artistas foram abraçá-los merecidamente e alguns estão aqui registrados pelo Arte do Entretenimento.




























 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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